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    <title>Suporte Postos</title>
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    <description>ASSESSORIA PARA POSTOS DE SERVIÇOS</description>
    <lastBuildDate>Wed, 08 Sep 2010 09:19:49 -0300</lastBuildDate>
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      <title>Suporte Postos</title>
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      <title>Indianos assumem controle do grupo de açúcar e álcool Equipav</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5044</link>
      <description>Ribeirão Preto, 22 - O grupo indiano Shree Renuka Sugars finalizou ontem a aquisição de 50,8da Equipav Açúcar e Álcool, que tem usinas nas cidades paulistas de Promissão e Brejo Alegre. O negócio prevê a injeção de R$ 600 milhões na companhia sucroalcooleira e produtora de energia elétrica de biomassa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa indiana assumirá, ainda, proporcionalmente, parte da dívida de R$ 1,5 bilhão da Equipav, que será renegociada. Procurada pela Agência Estado, a diretoria da Equipav, cujos acionistas ficarão com 49,2das usinas, confirmou a negociação com o grupo indiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No negócio, iniciado em agosto, o Shree Renuka Sugars Ltd. bateu as multinacionais Bunge, Noble Group, a parceria entre Rhodia e o fundo Vital Renewable Energy Company (VREC), bem como o Grupo Cosan, única companhia brasileira que ainda estava na disputa pelas usinas. As usinas Equipav e Biopav devem processar 10,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra que será iniciada até o próximo mês e ampliar para 12 milhões de toneladas na safra 2011. </description>
      <pubDate>Mon, 22 Feb 2010 11:21:23 -0300</pubDate>
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      <title>Empresa britânica inicia exploração de petróleo nas Malvinas</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5043</link>
      <description>Uma empresa britânica inicia nesta segunda-feira a perfuração de um campo de prova para a extração de petróleo nas ilhas Malvinas (chamadas de Falklands pelos britânicos) em meio à escalada diplomática entre Argentina e Grã-Bretanha sobre o controle da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um porta-voz da empresa Desire Petroleum, que ganhou uma concessão para a exploração de petróleo na área, o início da perfuração estava previsto para as 3h locais (3h também em Brasília), em uma plataforma situada a cerca de 100 quilômetros da costa do arquipélago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Argentina diz que a autorização para a exploração de petróleo na região viola sua soberania e impôs restrições à navegação no entorno da ilha, localizada no Atlântico Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disputa sobre as Malvinas, sob controle britânico desde 1833, já foi objeto de uma guerra em 1982, quando os argentinos foram derrotados após tentarem uma invasão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Serviço Britânico de Medições Geológicas estima que pode haver até 60 bilhões de barris de petróleo sob as águas do arquipélago (três vezes o total das reservas americanas de petróleo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas David Willie, porta-voz da Desire Petroleum, afirma que provavelmente apenas uma fração disso poderá ser explorada comercialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 22 Feb 2010 11:20:10 -0300</pubDate>
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      <title>Associação de Engenheiros da Petrobras critica setor sucroalcooleiro</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5042</link>
      <description> A importação de gasolina pela Petrobras, depois de quase 40 anos de autonomia, sob o pretexto do excesso de chuvas na Região Sudeste e do uso de boa parte da safra de cana para fabricação de açúcar, o que afetou a produção de álcool combustível, acendeu a luz de alerta no gabinete do presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), engenheiro Fernando Siqueira. Não é uma compra significativa, mas evidencia a falta de confiabilidade do mercado consumidor no pessoal que produz etanol no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siqueira mostra profundo desapontamento com os produtores do setor sucroalcooleiro. A sorte deles é o surgimento do carro flex, senão o carro a álcool, que já respondeu por 95do mercado nacional, teria desaparecido, diz, sem esconder a decepção com a cadeia produtiva do açúcar e do álcool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa da Petrobras, na sua opinuão, é pontual e representa a compra de 2 milhões de barris produzidos na Venezuela, menos de 3da produção nacional diária. Segundo nota da empresa, para os meses subsequentes, a Petrobras está avaliando a necessidade de importação e, se existente, estimará o volume a ser importado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gasolina importada faz parte do esforço para baixar o preço do etanol no mercado interno, porque as sucessivas altas afugentaram o consumidor que tem a opção de abastecer o tanque do carro com gasolina. No dia 11 de janeiro, o governo já havia reduzido de 25para 20a adição de etanol anidro na gasolina para amenizar a disparada de preços, segundo o Ministério de Minas e Energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que o Brasil tem um mercado cativo de álcool combustível, mas não tem visão estratégica, reclama o presidente da Aepet. Este ano, além das chuvas por aqui, houve a estiagem na Índia, que provocou a retração da oferta de açúcar no mercado internacional. Aí, passamos a produzir açúcar e deixamos de lado o etanol. Não existe uma política de Estado para o setor, que é vital ao desenvolvimento do mundo inteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele aponta outro sinal da falta de determinação oficial na questão: a fusão da Shell com a Cosan, maior produtora brasileira de etanol. Segundo ele, está havendo uma desnacionalização progressiva do álcool brasileiro, seja pela compra estrangeira de terras de cultivo de cana no país, seja pela joint venture anunciada no primeiro dia deste mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na edição do dia seguinte ao anúncio, o diário britânico The Guardian saudou a negociação como um passo importante para derrubar as barreiras norte-americanas ao etanol brasileiro: A Shell vai agora fazer lobby com o governo americano para reduzir suas tarifas sobre a importação de biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Jornal da Mídia</description>
      <pubDate>Thu, 18 Feb 2010 17:36:26 -0200</pubDate>
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        <item>
      <title>Petrobras avalia entrar na ETH-Brenco</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5041</link>
      <description>Estatal estuda crescer na área de etanol por meio de uma parceria com o grupo Odebrechet também na área de bioenergia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anúncio da fusão dos ativos da ETH Bioenergia com a Companhia Brasileira de Energia Renovável (Brenco), anunciada nesta quinta-feira (18/02), prenuncia a consolidação do setor sucroalcooleiro esperada para este ano. Segundo apurou EXAME, a Petrobras estaria interessada em deter uma participação na ETH-Brenco, uma empresa avaliada em 7 bilhões de reais. Desde o ano passado, executivos da estatal brasileira e do grupo Odebrecht têm discutido a melhor maneira de viabilizar essa parceria, que pode fortalecer a posição da ETH-Brenco de líder mundial em produção de energia renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação da Petrobras, na fusão não seria apenas essencial para explorar o potencial da produção de etanol no Brasil, mas também para sanar o déficit no caixa da nova companhia. A ETH-Brenco nasce com uma relação dívida líquida/EBITDA (geração de caixa operacional) próximo de 30 vezes. Em geral, o mercado acredita que a proporção saudável seria de até 3 vezes o Ebitda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse débito exorbitante é consequência de dois fatores: a Brenco não é uma empresa operacional - ou seja, não é geradora de caixa - e os seus investimentos em usinas, subsidiados por capital estrangeiro e por empréstimos do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), não foram suficientes para que a empresa escapasse ilesa do período de crise de crédito no setor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debilitada financeiramente, a Brenco foi engolida pela ETH numa fusão em que a Odebrechet será sócia majoritária com quase 65% das ações. Nesse caso, o aporte de capital da Petrobras. no negócio seria oportuno para a Odebrechet reduzir o valor da dívida da companhia recém-nascida e, assim, tentar cumprir a sua meta de se tornar a maior produtora de etanol do mundo até 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo que o segmento de energia renovável tem passado por um processo intenso de internacionalização, a Petrobras quer garantir a sua parcela de participação no mercado doméstico para frear a expansão de investimentos estrangeiros no etanol brasileiro. Desde o ano passado, a americana Bunge incorporou o Grupo Moema, a francesa Louis Dreyfus adquiriu a Santelisa Vale e a anglo-holandesa Shell propôs a criação de uma joint venture com a Cosan. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Petrobras, estar bem posicionada nesse setor é uma forma de conter o avanço estrangeiro no mercado local e também de se preparar para o possível crescimento do mercado global de etanol. Por isso, a ETH-Brenco acabou se tornando uma peça estratégica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O surgimento de uma nova companhia produtora de bioenergia veio num momento importante para a estatal, que pretende ampliar a sua carteira de operações em etanol. Desde o ano passado, já está aprovado um orçamento de quase 5 bilhões de reais de investimentos no ramo de produção de energia renovável. O objetivo declarado da Petrobras. é dominar 30% da produção nacional de biocombustível, para evitar problemas como os que têm ocorrido com o desabastecimento devido à quebra da safra de cana-de-açúcar provocada pelo excesso de chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira investida da petrolífera no segmento foi no fim do ano passado, com a compra de 40,4% das ações da usina mineira Total Agroindústria Canavieira por 150 milhões de reais. Segundo fontes ligadas ao governo, há mais cinco projetos de fusão no setor sucroalcooleiro sendo avaliados pela Petrobras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o fator determinante da participação da estatal na ETH-Brenco é o vínculo antigo estabelecido com a Odebrechet. Embora a Petrobras não confirme a informação, é provável que seja replicado o mesmo modelo de negócio utilizado na aquisição da petrolífera Quattor no começo deste ano. Nessa transação, a Petrobrás ficou com 49% das ações da Quattor, enquanto a Braskem, do grupo Odebrechet, abocanhou 51% da fatia total do bolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa mesma forma, a estatal brasileira pretende articular a sua participação ativa na ETH-Brenco, mas sem se tornar sócia majoritária. Se seguir a mesma lógica da Braskem-Quattor, em que durante meses ouviram-se especulações de &quot;agora essa operação sai&quot;, o mercado deverá se preparar para mais um longa-metragem com muita ação apenas no final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Portal Exame&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 18 Feb 2010 17:10:00 -0200</pubDate>
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      <title>ETH e Brenco criam gigante brasileira de biocombustível</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5040</link>
      <description>A ETH e a Brenco anunciaram nesta quinta-feira, em São Paulo, a fusão de suas operações. A nova empresa deve faturar R$ 4 bilhões em 2012 - ano em que é esperada a consolidação total da fusão. Até lá, as duas companhias têm planos de investirem R$ 3,5 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a direção da nova companhia, a fusão criará uma empresa com capacidade de produzir 3 bilhões de litros de etanol ao ano, em 2012. A nova empresa terá nove unidades produtoras e deve pular dos atuais 7,6 mil funcionários (combinação do número de empregados das duas empresas ao final de 2009) para 10 mil em 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cosan, que hoje é a maior produtora mundial de etanol a partir de cana, produziu na última safra cerca de 2,3 bilhões de litros do biocombustível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ETH, a exemplo da Brenco, tem uma estratégia fortemente baseada em etanol e geração de energia, enquanto a Cosan possui um mix mais equilibrado entre álcool e açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova companhia pretende produzir até 600 mil toneladas de açúcar, meta também para 2012. A produção do alimento ficará restrita às usinas de Alcídia, UCP e Eldorado. Segundo José Carlos Grubisich, presidente da ETH Bioenergia, o grupo produzirá entre 550 e 600 mil toneladas de açúcar por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O etanol é a energia que tem peso maior, que o Brasil e o mundo buscarão em um perfil de energia renovável. Enquanto as fontes fósseis tradicionais ficarão mais caras, as renováveis ficarão mais competitivas&quot;, afirmou Grubisich.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos investimentos na modernização das usinas, contratação de funcionários e melhoramento na logística em geral, está prevista a construição de um alcoolduto. O investimento está estimado em R$ 1,7 bilhão. O duto ligará Alto Taquari, no Mato Grosso, ao porto de Santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Brenco passou por dificuldades de caixa no ano passado e também chegou a negociar com a Petrobras. Em meio à redução de crédito no mercado, ela obteve um aporte do BNDESPar, que ficou com uma participação na empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fusão, que era negociada desde outubro, é mais um passo para a concentração do mercado de produtores de etanol no País. No começo do mês a Cosan anunciou parceria com a Shell que envolve a produção de biocombustível e a distribuição nos postos com bandeira da Shell e da Esso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Reuters</description>
      <pubDate>Thu, 18 Feb 2010 16:38:33 -0200</pubDate>
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      <title>Brasil quer inserir etanol e biodiesel em debates de Copenhague</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5039</link>
      <description>O governo do Brasil se esforça para inserir as discussões sobre o etanol e o biodiesel como alternativas para a redução do efeito estufa durante os debates da 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-15), que ocorrerá de 7 a 18 de dezembro, em Copenhague (Dinamarca). Com isso o Brasil espera atrair fornecedores e clientes para os produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os argumentos brasileiros se baseiam na capacidade do etanol de emitir nove vezes menos gases de efeito estufa em comparação a outros combustíveis, além de ser produzido a custos mais baixos do que os tradicionais. As discussões serão realizadas na próxima terça-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Mesmo na pior das hipóteses, a produção de biocombustíveis é melhor do que a gasolina. O nosso é melhor ainda. Nós não somos contra o etanol vindo de outros países. Há espaço para tudo. Por pior que seja produzido o biocombustíveis, tem de ser melhor do que a gasolina.&quot;, afirmou o diretor do Departamento de Energia do Ministério de Relações Exteriores, André Corrêa do Lago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rodada de discussões sobre etanol será conduzida por dois embaixadores brasileiros e mais três especialistas da área de biocombustíveis. Haverá, ainda, representantes dos Estados Unidos e da Suécia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mostrar na prática as vantagens do produto, o empresário gaúcho Eduardo Malmann apresentará seu projeto sobre miniusinas de etanol cuja produção é voltada para a eletricidade e os combustíveis. As organizações não governamentais norte-americanas Nature Conservacy e Project Gaia vão apresentar seus programas utilizando o biocombustível como alternativa para a redução do desmatamento e melhoria da qualidade de vida. &quot;Soja, etanol e celulose vão apresentar o compromisso de não desmatamento&quot;, afirmou Corrêa do Lago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diplomata afirmou que o objetivo do Brasil é atrair a atenção dos países em desenvolvimento, como os africanos, que necessitam de alternativas baratas para adesão ao Protocolo de Quioto que determina que até 2012 seus signatários reduzam as emissões combinadas a níveis 5% abaixo dos índices de 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 30, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu que as negociações em Copenhague podem não avançar tanto como se esperava. &quot;Eu sempre trabalho com a hipótese de que nas negociações nós deveríamos chegar a alguns números, que não seja tudo o que algum individualmente quer, mas que seja possível construir. É assim que a gente negocia, é assim que a gente faz política e vamos continuar trabalhando&quot;, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Terra</description>
      <pubDate>Mon, 07 Dec 2009 13:06:56 -0200</pubDate>
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      <title>Lula diz que países devem mudar matriz energética </title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5038</link>
      <description>Da Agência Brasil     &lt;br /&gt;Brasília - Depois de visitar Portugal, a Ucrânia e Alemanha na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (7) que os países terão que mudar suas matrizes energéticas e que o novo combustível já tem endereço, referindo-se ao etanol e ao biodiesel brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu programa semanal Café com o Presidente, ele lembrou que, na Ucrânia, participou de reunião com empresários e que o mesmo ocorreu na Alemanha  onde o destaque foi a discussão sobre biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lula afirmou que a União Europeia se comprometeu a fazer com que todos os automóveis utilizem 10% de etanol na gasolina até 2020 e que, para isso, vai precisar comprar o produto. A Alemanha, embora produza biodiesel, não pode continuar produzindo do alimento. É melhor que a gente procure outra oleaginosa que não seja alimento e o Brasil é o país que oferece grandes oportunidades, acrescentou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 07 Dec 2009 12:57:00 -0200</pubDate>
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      <title>Brazil caminha para se tornar &amp;#039;petropotência&amp;#039;, diz &amp;#039;Washington Post&amp;#039;</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5037</link>
      <description>Uma reportagem publicada nesta segunda-feira no jornal americano &quot;Washington Post&quot; afirma que o Brasil se encaminha para se tornar uma &quot;petropotência&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intitulado &quot;Brasil se prepara para extração maciça de petróleo&quot;, o artigo faz, no entanto, a ressalva de que os desafios envolvendo o desenvolvimento do pré-sal são tão gigantescos quanto a tarefa em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Tudo neste estaleiro é colossal&quot;, escreve o repórter, durante uma visita a uma das infraestruturas da Petrobras em Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro. &quot;Os 4 mil trabalhadores, os bilhões aplicados em custos de capital, as plataformas com altura de um prédio de dez andares inconclusas.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Assim também é o desafio que enfrenta a estatal brasileira de energia, a Petrobras: desenvolver um grupo de campos de petróleo recém-descobertos em mar profundo que, segundo analistas de energia, catapultarão o país para o ranking das petropotências.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem cita estimativas da Petrobras, de que o país poderia chegar a 2020 com uma produção de 3,9 milhões de barris de petróleo por dia, praticamente o dobro do volume de 2 milhões de barris atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reservas comprovadas de petróleo podem passar dos atuais 14,4 bilhões de barris para mais de 30 bilhões de barris, diz o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Em uma era de oferta reduzida, as descobertas na costa brasileira e o aumento da envergadura da Petrobras estão mudando o equilíbrio petroleiro do mundo&quot;, diz a matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo lembra que a estatal &quot;permanece firmemente sob o controle do Estado, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratando-a como um ícone nacional, cujo futuro está entrelaçado com o do Brasil&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Apesar do otimismo que os dirigentes da Petrobras demonstram para os visitantes, eles listam os desafios: perfurar a camada de sal a 6,5 mil pés e operar campos que estão tão longe da costa que só podem ser alcançados de helicóptero&quot;, diz o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a reportagem cita a associação de petroleiras estrangeiras que operam no Brasil. O grupo critica o que considera um excessivo posicionamento da Petrobras nos campos do pré-sal, afirmando que o quinhão estatal nos projetos corre o risco de &quot;limitar o desenvolvimento&quot; deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: BBC Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 07 Dec 2009 12:54:17 -0200</pubDate>
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      <title>Chuva leva usinas a estender moagem ou antecipar safra</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5036</link>
      <description>Antecipar o início da próxima safra ou prolongar o processamento da cana até os primeiros meses de 2010, mudando o período da entressafra. Essas são as opções estudadas pelas usinas da região para compensar o atraso na moagem da cana-de-açúcar provocado pelo excesso de chuvas, que dificultou a colheita neste ano.&lt;br /&gt;   De acordo com o usineiro Maurilio Biagi Filho, do Grupo Moema, há estimativas de que aproximadamente 40 usinas da região Centro-Sul devem prolongar a moagem.&lt;br /&gt;   &quot;Isso vai acontecer enquanto! tiver essa anomalia que teve neste ano, de muita chuva&quot;, afirmou o empresário.&lt;br /&gt;   Embora a possibilidade de extensão da safra já esteja nos planos de muitas usinas, o diretor regional da Unica em Ribeirão Preto, Sérgio Prado, disse que essa estratégia é mais difícil na região, onde as empresas precisam parar para manutenção. &quot;Em outras regiões que têm usinas mais novas, essa situação é mais tranquila&quot;, disse.&lt;br /&gt;   Mas, ainda assim, representantes de usinas da região de Ribeirão afirmam que o setor estuda meios de repor as perdas causadas pelas pausas durante as chuvas.&lt;br /&gt;   O diretor administrativo da Usina Maringá de Araraquara, Luís Henrique Scabello de Oliveira, disse que a unidade realmente precisa parar para a manutenção e, por isso, inicialmente a moagem deve ser encerrada em 20 de dezembro.&lt;br /&gt;   &quot;Mas ainda não descartamos a hipótese de continuidade&quot;, disse. Segundo ele, também há a possibilidade de o início da próxima safra ser antecipada em quase um mês, para março.&lt;br /&gt;   Oliveira disse que as paradas causadas pelas chuvas devem causar uma quebra de 10% na produção. A empresa não divulgou números em toneladas.&lt;br /&gt;   A Usina Albertina, de Sertãozinho, definiu que vai encerrar a moagem em 21 de dezembro e que pretende antecipar a retomada em 2010.&lt;br /&gt;   Segundo o diretor geral da empresa, Fabiano Calil Colussi, em um ano considerado normal, a moagem começaria na segunda quinzena de abril, mas em 2010 a expectativa é de antecipar pelo menos 20 dias.&lt;br /&gt;   A assessoria da Cosan, que tem quatro usinas na região, informou por meio de sua assessoria que não vai estender a safra. Segundo o grupo, os prazos de encerramento da moagem serão cumpridos conforme definidos no início da safra.&lt;br /&gt;   A assessoria da Usina São Martinho, de Pradópolis, disse não haver definição. &quot;Por ora, as datas estão sendo analisadas e ainda não foram definidas devido às chuvas atípicas que caíram na região Centro-Sul.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Procana</description>
      <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 10:41:43 -0200</pubDate>
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      <title>Al Gore apoia etanol brasileiro</title>
      <link>http://www.suportepostos.com.br/modules/news/article.php?storyid=5035</link>
      <description>O etanol brasileiro ganhou um grande aliado nos EUA, o ambientalista e ex-vice presidente americano Al Gore. Em seu novo livro &quot;Our Choice&quot;, Gore admite que errou ao defender, no fim dos anos 70, a produção do etanol a partir do milho, que hoje considera ineficiente.&lt;br /&gt;&quot;A produção de etanol a partir da cana no Brasil, com abundância de luz solar e chuva, é mais eficiente e ambientalmente responsável&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor de &quot;Uma Verdade Inconveniente&quot; e covencedor do Nobel da Paz em 2007 segue com elogios ao Proálcool e aos motores flex e cita outras vantagens do etanol de cana, tais como o fato de que a cana usa menos fertilizantes na plantação, produz mais biomassa por hectare e que o bagaço da cana pode ser usado como combustível no processo de produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gore termina o elogio ao etanol de cana reclamando das altas tarifas impostas pelos EUA para a importação do produto brasileiro.&lt;br /&gt;Quem não gostou foi a Associação de Combustíveis Renováveis dos EUA (RFA), que há duas semanas escreveu longa carta a Gore dizendo que os dados apresentados no livro sobre a indústria americana de etanol estão errados ou desatualizados.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 10:37:16 -0200</pubDate>
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