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| COSAN : Cosan compra postos da rede Petrosul em SP |
| Notícia adicionada em 03/12/2009 10:29:36 |
A Cosan, maior grupo do setor sucroalcooleiro do Brasil, anunciou ontem que fechou um acordo com a Petrosul para a compra da rede de postos da companhia em São Paulo. Procurada, a Cosan preferiu não comentar o assunto. De acordo com agência de notícias, a Petrosul controla atualmente 90 postos de gasolina aos quais a Cosan pretende passar a operar sob a marca Esso. No ano passado, a Cosan comprou a maior parte dos ativos da Exxon Mobil por US$ 1 bilhão. O valor do acordo não foi divulgado.
Fonte: DCI-SP |
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| Outros : Petrobras e USP inauguram laboratório que simula sistemas de produção de petróleo e gás no mar |
| Notícia adicionada em 03/12/2009 10:22:20 |
A Petrobras e a Universidade de São Paulo (USP) inauguraram terça-feira (1) o novo laboratório do Tanque de Provas Numérico - TPN. O projeto faz parte da Rede Temática de Computação Científica e Visualização, conhecida como Rede Galileu, que possibilitou a construção de novas instalações do TPN-USP em uma área de quase 1600 m², com acomodações para mais de 80 pesquisadores. Com a modernização, este laboratório da USP passa a ser um dos mais avançados do mundo para a realização de ensaios e testes em sistemas de produção de petróleo e gás offshore (em alto mar).
Além de obras civis, a modernização incluiu a instalação de um cluster computacional de 55 teraflops de capacidade, criando um sistema de alta confiabilidade e desempenho no processamento de dados nos projetos de exploração e produção (E&P). Foi criada uma sala de Realidade Virtual, conectada ao Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e às outras instituições da Rede Galileu, o que permite o desenvolvimento e acompanhamento integrado de projetos e operações.
Outro destaque é o novo calibrador físico hidrodinâmico, um tanque com 4 m de profundidade e 14 m x 14 m de superfície que permite criar ondas multi-direcionais para executar ensaios de sistemas oceânicos. O novo calibrador oferece rapidez e simplicidade nos testes de modelos conceituais de unidades flutuantes.
Com o funcionamento do calibrador hidrodinâmico do TPN, pesquisas e testes antes realizados no exterior podem ser desenvolvidos na nova infraestrutura. O CH-TPN vem somar aos recursos hoje disponíveis, formando três laboratórios complementares: LabOceano (Coppe/UFRJ), com ensaios de plataformas com modelos completos, e o Tanque de Reboque do IPT, com ensaios de embarcações com velocidade de avanço.
O Tanque de Provas Numérico da Universidade de São Paulo tem colaborado com a Petrobras desde 2002 no desenvolvimento de conceitos inovadores e em estudos/análises da produção/exploração em águas profundas. A USP é uma das quinze instituições da Rede Temática Galileu – juntamente com a UFRJ, PUC-Rio, USP, UFAL, ITA, INPE, LNCC, UFAM, INPA, UFC, UFMA, UFPE, UFRGS, UFRN e Unicamp.
Sobre as Redes Temáticas
Entre 2006 e 2009 a Petrobras investiu cerca de R$ 1,8 bilhão em universidades e institutos de pesquisa brasileiros. A estratégia definida para estes investimentos tem proporcionado uma mudança significativa na qualificação laboratorial das instituições tecnológicas parceiras. Com o sucesso do modelo de Redes Temáticas, implantado a partir de 2006 para fazer frente às obrigações contratuais dos contratos de concessão, o número de temas abordados cresceu e hoje já são 50 Redes Temáticas, reunindo 80 instituições em todo o país.
FONTE: Agência Petrobras
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| Gás Natural : Petrobras quer flexibilizar contratos de gás |
| Notícia adicionada em 03/12/2009 10:19:32 |
Petrobras negocia condições menos rígidas de fornecimento; indústria que precisar de gás 100% do tempo pagará mais. Com contratos 'inflexíveis' com setor privado, Petrobras diz que pode ter dificuldade de abastecer térmicas caso precisem de geração plena.
A Petrobras informou que já está negociando novos contratos de gás com as distribuidoras do país, mas o plano é impor condições menos rígidas de fornecimento para assegurar um mercado "flex" de gás. A estratégia da diretoria de Gás e Energia é não perder o atual poder de manobra na oferta do combustível no mercado interno, seja em relação ao gás boliviano (com as reduções de bombeamento para o Brasil), seja na oferta de gás baseado em contratos sem garantia de fornecimento 100% do tempo.
Maria das Graças Foster, diretora da Petrobras, diz que contratos que permitam interrupção de fornecimento serão mais baratos que os contratos chamados, no jargão do setor, de "firme inflexível". A estatal quer popularizar os chamados contratos do tipo "interruptí-vel" e "firme flexível". A indústria que precisar de gás 100% do tempo pagará mais por isso.
"O gás natural com a condição de ser interruptível pode ser 40% inferior ao valor nos contratos firme inflexível, com garantia de fornecimento todo o tempo. A tendência é que os contratos migrem para uma condição menos rígida", diz. A maior parte do gás vendido hoje no país tem esse regime.
A razão para isso está no setor elétrico. Toda a oferta de gás para as térmicas, ainda que estas não operem, é responsabilidade da Petrobras. Ao aceitar contratos "inflexíveis", a estatal poderá terá problemas para abastecer as térmicas em caso de geração plena.
"Hoje, tenho 30 milhões de metros cúbicos por dia de gás disponíveis para a geração térmica, ainda que as usinas não gerem nada. Isso equivale a uma potência instalada de 5,6 mil MW", diz Foster. Grande parte desse montante é garantida hoje pelo GNL (Gás Natural Liquefeito), com a oferta nos terminais de Pecém (CE) e da Baía de Guanabara (RJ).
A Petrobras afirma que a disponibilidade para térmicas terá de crescer. Em 2013, a Petrobras precisa assegurar oferta de 71 milhões de metros cúbicos por dia. Quando há chuva em excesso, como agora, há sobra de gás e, nesse caso, a estatal faz os leilões de oferta.
Nos nove leilões feitos até agora, foram disponibilizados 25 milhões de metros cúbicos para negociação com as distribuidoras. Esse gás, ao contrário dos contratados, está sendo negociado a valores próximos a US$ 5,80 por milhão de BTU.
A indústria afirma que o governo usa essa "falsa dicotomia" entre o gás para indústria e o gás para térmicas a fim de justificar a atual situação. "O governo precisa assegurar o fornecimento de energia elétrica e de gás. Aindústria não aceita ficar a reboque dessa falsa dicotomia", diz Ricardo Lima, presidente da Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres). FONTE: Folha de S. Paulo
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| Pré Sal : Votação de projetos do pré-sal é adiada para a semana que vem |
| Notícia adicionada em 03/12/2009 10:13:39 |
Com mais de 12 horas de obstrução, a oposição conseguiu na noite de ontem, quarta-feira, adiar para a semana que vem a votação dos dois projetos de lei que ainda tramitam na Câmara relacionados ao pré-sal.
Dificultando a votação da Medida Provisória 470, que constitui fonte adicional de recursos no valor de R$ 6 bilhões para ampliação de limites operacionais da Caixa Econômica Federal, os oposicionistas conseguiram esvaziar a sessão e fizeram com que a base aliada desistisse de votar as matérias do pré-sal.
Desde as 10h, os governistas tentavam votar a MP que trancava a pauta de votação da Casa para, em seguida, colocar em discussão o projeto sobre a capitalização da Petrobras para exploração do óleo na camada pré-sal.
Além da capitalização da Petrobras, os governistas queriam votar o relatório do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) referente à exploração e produção do petróleo sob o regime de partilha.
Fonte: Portal do Terra
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| Petróleo : PDVSA vai ao BNDES por refinaria em PE |
| Notícia adicionada em 03/12/2009 10:10:58 |
Petrobras e PDVSA planejam ir ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na próxima semana para pedir a inclusão da venezuelana no contrato de financiamento de R$ 9,8 bilhões para a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Segundo a estatal brasileira, a PDVSA terá de apresentar garantias para 40% do valor, fatia equivalente à sua participação no negócio.
A direção da Petrobras assinou ontem cinco contratos, no valor de R$ 8,9 bilhões, para a obra, que é alvo de investigações de superfaturamento pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo o diretor de abastecimento da companhia, Paulo Roberto Costa, novas negociações permitiram uma economia de R$ 6,7 bilhões com relação aos preços apresentados originalmente.
“Não existe superfaturamento, existem interpretações diferentes (sobre os custos das obras)”, defendeu Costa, enquanto anunciava a redução dos custos a jornalistas. A obra está orçada em R$ 23 bilhões, mas, segundo o executivo, poderia chegar a R$ 30 bilhões caso a empresa não decidisse rever as licitações. “Sempre dissemos que não faríamos a qualquer custo”, disse.
A cerimônia de assinatura dos contratos teve a presença do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) - que comemorou a geração de 12 mil empregos durante as obras -, mas não contou com representantes da PDVSA, com quem a Petrobras teve uma série de atritos durante as negociações. No mês passado, finalmente, as duas partes assinaram um acordo de conclusão das negociações, que dá à venezuelana 40% do projeto.
Fonte: O Estado de S. Paulo. |
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