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GNV - - SUPORTE POSTOS
 
Institucional

Agência Nacional do Petróleo

Ministério do Meio Ambiente

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GNV : 

A Gas Natural São Paulo Sul lançou, segunda-feira (03/08/2009), uma Campanha que visa esclarecer sobre o rendimento dos diferentes combustíveis e estimular o uso do gás natural veicular (GNV).

A iniciativa está sendo desenvolvida pela Gas Natural São Paulo Sul, na região Sul do Estado de São Paulo, e pela CEG (Companhia Distribuidora de Gás do Rio de Janeiro) e CEG Rio, no Estado do Rio de Janeiro, todas empresas do Grupo Gas Natural do Brasil, em parceria com fabricantes de cilindros e compressores, sindicatos da categoria, distribuidores, postos e convertedoras.

O trabalho foi baseado numa pesquisa realizada no mês de maio, no Rio de Janeiro, maior mercado consumidor de GNV, que revela que os motoristas tem dúvidas para decidir qual o combustível é mais vantajoso e acabam optando pelo preço de bomba. A pesquisa buscou conhecer o perfil do usuário, não usuário e ex-usuário do gás natural veicular (GNV) e foram entrevistados 280 motoristas. Destes, 34% eram usuários de GNV e informaram que desconhecem o cálculo de rendimento em relação a outros combustíveis. Do total de entrevistados, 112 se identificaram como não-usuários do GNV, dos quais 12% já possuem o kit de gás instalado no carro e não usam o GNV por não conseguirem identificar o benefício do produto.

Através do site www.usegnv.com.br o motorista acessa um simulador, informa a quantidade de quilômetros que roda por mês e verifica o rendimento, consumo e economia obtida utilizando a gasolina, o álcool e o GNV. A ferramenta informa, ainda, o tempo que o motorista vai levar para recuperar o investimento considerando o custo da instalação do kit GNV e desconto do valor do IPVA que, no Estado de São Paulo, é de 25%.

Verifique o comparativo de gastos com combustíveis:
Rendimento Km rodados Preço do combustível Gasto
Gasolina 10 km/litro 1.000 R$ 2,399* R$ 239,9
Álcool 7 km/litro 1.000 R$ 1,199* R$ 171,28
GNV 14 km/m³ 1.000 R$ 1,699 R$ 121,35


*Média de preços na região, segundo Sincopetro Regional Sorocaba.

Economia
Gasolina x GNV 49,5%
Álcool x GNV 29%



O site www.usegnv.com.br também disponibiliza informações sobre o produto GNV, auxilia na localização dos postos e convertedoras, divulga as principais notícias do mercado GNV e possibilita um canal de comunicação para esclarecimentos e dúvidas como, por exemplo, a dúvida sobre a perda da potência e a otimização do espaço do porta-malas.

FONTE: Assessoria de Imprensa São Paulo Sul

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GNV : 

Jornal do Commércio - RJ


Gisela Magalhães

O preço do Gás Natural Veicular (GNV) registrou queda pelo sexto mês consecutivo na cidade do Rio de Janeiro, segundo pesquisa realizada pelo Ticket Car. A redução foi de 1,71% em julho em relação a junho, passando a custar R$ 1,47 por metro cúbico. Com a sexta queda consecutiva, o preço do combustível já acumula redução de 13% desde o início do ano. Os preços do diesel, biodiesel e gasolina também caíram.


O álcool foi o único combustível que registrou alta de 0,18%, média de R$ 1,632 por litro. O custo médio por litro do diesel totalizou R$ 2,034, enquanto o preço médio do biodiesel foi de R$ 2,059 e da gasolina R$ 2,558.


O levantamento também apontou a Zona Oeste como a área da cidade que pratica melhores preços de gasolina, álcool, diesel e biodiesel. A Zona Norte teve melhor preço do GNV em relação às demais áreas da cidade. A Zona Sul permanece como o local mais caro para abastecer, independente do tipo de combustível.


"É natural que algumas regiões pratiquem preços mais altos, devido ao poder aquisitivo da área. Não há um desalinhamento tão grande entre as regiões da cidade, porém a concorrência tem forte impacto no preço final. O número de postos também é fator relevante", disse o gerente de Negócios do Ticket Car, Marcelo Nogueira Bueno.


De acordo com Nogueira, o gasto com combustíveis é um dos principais custos de uma frota. No caso do álcool, alerta ele, é preciso tomar cuidado para não ser iludido pelo preço mais baixo. "A autonomia do veículo com o álcool é em média 30% menor. Assim, para ser vantajosa sua utilização, o preço do litro também precisa ser 30% menor. O consumidor tem que estar atento a essa diferença", explicou.


O levantamento é feito mensalmente em 26 estados brasileiros e no Distrito Federal, com os 8 mil postos credenciados à rede da companhia. De acordo com dados da distribuidora de GNV da companhia Ipiranga, há 1.748 postos cadastrados no Brasil, dos quais 439 estão instalados no Estado do Rio de Janeiro. Entre estes, 279 estão concentrados na capital.


"Pelo desempenho que o GNV tem, o custo do kit para instalação se paga em até dois anos. Para quem usa o veículo como instrumento de trabalho, o gás ainda é a melhor opção. Não se pode esquecer que essa opção de combustível também influencia na redução do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)", destacou Nogue

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GNV : Economia na hora de abastecer

Extra/RJ

Quem está na dúvida sobre que combustível é mais vantajoso na hora de encher o tanque do carro poderá tirar a prova dos nove num novo simulador disponível, gratuitamente, no site www.usegnv.com.br. O serviço faz parte de uma campanha da CEG e de sindicatos e empresas do segmento para estimular o uso do Gás Natural Veicular (GNV). Atualmente, segundo uma pesquisa da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o litro da gasolina é vendido no Rio, em média, a R$ 2,51, e o do álcool, a R$ 1,58. O metro cúbico do GNV está a R$ 1,43.

Redução de até 60%

Segundo os cálculos do simulador, o GNV segue como o combustível mais vantajoso. Em um mês, quem, por exemplo, percorrer três mil quilômetros, terá uma economia de cerca de 60% em relação à gasolina e de 55% na comparação com o álcool. No bolso, a diferença chegará a R$ 455.

Calma para fazer escolha

Os motoristas que ainda não tem o kit-gás instalado, entretanto, devem avaliar com calma se vale a pena o investimento. Quanto menos se roda com o carro, mais lento é o retorno. Para quem, por exemplo, anda 800 quilômetros por mês, o gasto pode demorar mais de um ano para ser compensado.

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GNV : 

Portal Gás Brasil


O mercado de GNV (Gás Natural Veicular) cresceu menos que o esperado no primeiro semestre, acompanhando a tendência das vendas totais de combustíveis, que segundo dados preliminares da ANP (Agência Nacional do Petróleo), tiveram retração de janeiro a junho.

A frota equipada com gás natural cresceu apenas 1% no período, totalizando 1,6 milhão de veículos ao fim de junho.

Coordenador do Comitê do GNV do IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo), R.Fernandes alega que a crise econômica influenciou o desempenho do mercado de GNV no período. Projeção inicial indicava um incremento de 3% a 4% no primeiro semestre.

Para a segunda metade do ano, Fernandes prevê uma retomada no ritmo de conversões, a reboque do melhor desempenho que vem sendo observado na economia. A projeção para 2009 é que o mercado de GNV tenha um incremento de 4% a 4,5%.

"O crescimento no primeiro semestre realmente foi menor do que o esperado, mas estamos com uma perspectiva bem melhor para o restante do ano", afirma.

Os primeiros sinais de recuperação na economia, aliada à redução que vem sendo observada nos preços do GNV nas bombas dos postos de combustíveis, devem impulsionar o mercado na parte final deste ano, salientou Fernandes. Desde dezembro, o preço médio do metro cúbico do GNV caiu 7,7% nos postos, sendo cotado, na média de julho, a R$ 1,586, segundo dados da ANP.

O GNV perdeu, nos últimos tempos, o status de combustível mais barato para o álcool, depois que a Petrobras passou a fazer correções trimestrais no preço do gás natural. O preço deste insumo é influenciado pela cotação do petróleo, que caiu desde o início da crise, mas havia tido forte alta anteriormente. Segundo a ANP, o litro do álcool, em julho, custa 10,5% menos do que o GNV nos postos, sendo encontrado, em média, por R$ 1,419.

"O consumidor, normalmente, é influenciado pelo preço aparentemente mais barato. Mas se for levar em conta o custo-benefício, o GNV é mais vantajoso do que o álcool", defende Fernandes.

Entre os planos para expandir o mercado, estão campanhas específicas em alguns estados, como Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro, para atrair novos consumidores do GNV. O IBP pretende ainda iniciar um trabalho para disseminar o uso do GNV entre veículos pesados, como os ônibus.

"Nossa frota de veículos pesados equipados com GNV é insignificante. E diante das discussões sobre redução dos níveis de poluentes no diesel vendido no Brasil, o uso do GNV se encaixa perfeitamente. Há bons exemplos no mundo, como a frota de ônibus de Medellin, na Colômbia", observa.

Admitindo que o custo para se converter veículos pesados para o uso do GNV é alto --seriam necessário de oito a dez cilindros por veículo-- Fernandes defende que sejam concedidos subsídios para a conversão desta frota.

"Gasta-se bilhões com a importação de diesel. Poderia se reduzir essa compra, pegar esse dinheiro e fomentar o mercado de GNV para veículos pesados", sugere.

FONTE: Folha Online

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GNV : GNV/MT: Estoque para 25 dias

Diário de Cuiabá - MT


Depois da boa notícia no começo deste mês – redução dos preços em 11% na bomba – os proprietários de carros a gás receberam uma ‘ducha de água fria’ ontem pela manhã ao serem informados pelas revendas que o estoque de GNV (Gás Natural Veicular) pode acabar em 25 dias. Tudo porque a Bolívia não está fornecendo gás desde o final do ano passado, quando foi feito o último envio à MT Gás, a estatal mato-grossense que mantém contrato de fornecimento com a Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB). O suprimento aos seis postos e à planta da Sadia está sendo feito apenas com o gás ‘estocado’ no duto e as reservas estão chegando ao fim.

A notícia pegou de surpresa os motoristas que foram abastecer seus carros ontem. “Me informaram que daqui a alguns dias poderemos ficar sem o gás novamente. Isso é ruim para todo mundo, pois gera desconfiança no sistema. Eu também já estou pensando em retirar os equipamentos do carro”, disse o eletricista Jair da Costa Vital.

De acordo com proprietários dos postos, o comunicado da distribuidora de gás de Mato Grosso chegou na sexta-feira, informando que tendo em vista a drástica redução da pressão no duto Cuiabá-Bolívia, o estoque de gás poderá acabar e o fornecimento estar suspenso em 25 dias, caso um novo envio não seja feito imediatamente.

De acordo com informações, o último envio a Mato Grosso - 3,30 milhões de metros cúbicos (m³) - foi feito em dezembro de 2008, após o acordo temporário firmado entre a MT Gás e a estatal boliviana YPFB. O contrato previa o envio de 3,504 milhões m³, sendo que a diferença (204 mil m³) não foi despachada devido a problemas técnicos do lado boliviano. Caso este estoque seja disponibilizado no duto, a reserva suplementar daria para mais cerca de 20 dias, o que reduziria a pressão sobre a estatal mato-grossense para um equacionamento emergencial, com o prazo se estendendo a 45 dias.

A reportagem do Diário procurou ontem o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, que se preparava para uma viagem e não pôde dar a entrevista. O Diário não conseguiu contato também com o chefe do escritório de Mato Grosso em Brasília, Jefferson de Castro.

Em Cuiabá o presidente da MT Gás, Helny de Paula, que estava em reunião pela manhã, informou laconicamente que na semana passada a estatal enviou os últimos documentos à estatal boliviana, a YPFB, para a assinatura do contrato de fornecimento. Helny ficou de passar outras informações sobre o andamento das negociações, mas não retomou o contato com a reportagem.

A informação que se tem é de que no último acerto com os bolivianos, o governo de Mato Grosso teria concordado em aceitar a remessa ‘avulsa’ de gás por meio de um contrato emergencial, só para atender à demanda naquela época.

“Foi apenas um envio. De lá para cá não recebemos mais nada deles”, afirmou uma fonte ligada à Companhia, apontando que está faltando vontade política, iniciativa e dinamismo para resolver o problema do gás com a Bolívia. “O acordo foi subjetivo, não há nenhuma garantia de suprimento a Mato Grosso. As autoridades precisam ser mais contundentes nestas negociações e não afrouxar para os bolivianos”.

Outra informação é de que ao invés dos US$ 7 por milhão de BTU (unidade térmica do gás), a MT Gás estaria pagando à Bolívia quase US$ 12 por milhão de BTU.

A expectativa das autoridades mato-grossenses é fechar um acordo com a Bolívia a valores que permitam uma drástica redução dos preços ao consumidor. O GNV, que já chegou a custar R$ 1,89 na bomba, teve seus preços reduzidos recentemente para R$ 1,69 e pode chegar a até R$ 1,40 nas próximas semanas.

Até outubro do ano passado, o gás natural estava sendo vendido por R$ 1,59, quando o fornecimento foi suspenso e Mato Grosso ficou sem o produto por um período de 60 dias.

POSTOS – Segundo proprietários dos postos revendedores, a culpa pela falta de gás em Mato Grosso é do governo do Estado. “Eles conversam, negociam, mas não resolvem nada. Estamos cansados de ouvir a mesma história”, conta o empresário Ranmed Moussa, dono do posto Metropolitano. Ele diz que o mercado “já está ruim” e pode ficar pior caso o produto volte a faltar nos postos. “O governo, o GNV, todos caem no descrédito. Acho que tem que haver uma pressão da sociedade”.

Marcelino Marques, do Posto 14 Bis, em Várzea Grande, também diz ter ficado “muito chateado” com o comunicando sobre a possibilidade de voltar a faltar GNV. “Fiz um investimento muito alto na implantação do sistema e ainda tenho mais 36 prestações para pagar. Estou no prejuízo e, se faltar gás, não sei o que vou fazer”, diz.

No ano passado, as revendas chegaram a articular ações contra o governo do Estado e a MT Gás, para exigir o ressarcimento dos prejuízos durante o período de paralisação do abastecimento. A ação não teve desfecho na Justiça.

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