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Lubrificantes : Motor deve estar bem lubrificado
Notícia adicionada em 03/12/2009 10:05:54

Substituição e especificação do óleo, cujo litro parte de R$ 12 em oficinas, têm de seguir normas do manual

Mais de 400 mil unidades de Fox, Gol e Voyage terão o óleo de seus motores 1.0 trocados gratuitamente pois, segundo a Volkswagen, o produto está fora da especificação. O serviço de substituição é simples, mas muito importante. Se não for feito, as peças sofrerão desgate prematuro e, a médio prazo, o propulsor pode até fundir.

O óleo percorre as galerias do motor e evita atrito direto entre as superfícies metálicas. Se faltar, estiver vencido ou fora da especificação, haverá falha na lubrificação. "Alguns consumidores acham que o óleo deveria durar mais e reclamam quando, durante a troca, ele está sujo. Mas lubrificante sujo significa motor limpo", explica o dono de oficina e professor de mecânica do Senai, Pedro Scopino.

Segundo Eduardo Fernandes, do Centro de Experimentação Viária (Cesvi), o lubrificante deve ser substituído segundo as recomendações de quilometragem e características que constam no manual do proprietário do carro.

"Principalmente nas cidades, onde o desgaste do veículo é mais severo, é preciso ficar atento. Sem manutenção correta, formam-se borras que podem entupir as galerias e até fundir o motor", diz. Longos períodos sem usar o carro e andar em altas rotações antecipam a degradação do lubrificante.

Fernandes sugere que o motorista cheque o nível do lubrificante a cada mil quilômetros. "Ele deve estar entre o máximo e o mínimo. Acima disso aumentará a pressão no motor e abaixo, não cumprirá sua função."

Há três tipos de óleo para motor. O mineral é obtido diretamente do petróleo. O sintético é produzido em laboratório e o semissintético mistura os dois. Todos têm corantes e aditivos que conferem características de desempenho e proteção.




"Cada montadora especifica o óleo para seus carros após fazer diversos testes", explica Anderson Cerca, engenheiro da Castrol. "A indicação obedece as condições de trabalho de cada motor", diz Aline Amadi, da Bardahl. "Antes, os propulsores eram maiores e permitiam o uso de lubrificantes com maior índice de viscosidade. Atualmente, é o contrário", afirma. Segundo Scopino, óleos aditivados só devem ser usados se recomendados no manual.



PREÇOS

Na Auto Mecânica Scopino (3955-2086), na zona norte, a troca de óleo mineral sai a R$ 12 por litro e a do sintético, R$ 38. Na Avant Motors (5543-4343), na zona sul, o preço do mineral vai de R$ 10 a R$ 14, o do semissintético de R$ 29 a R$ 31 e o do sintético, de R$ 37 a R$ 39.

Fonte: Viviane Biondo - O Estado de S.Paulo de 30/11/2009



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Lubrificantes : QUÍMICA PERFEITA
Notícia adicionada em 01/12/2009 09:42:30

Parceria traz novas tecnologias e oleoquímica verde para o mercado brasileiro



As portas de 2010 já se abrem para a Carbono Química, que acaba de anunciar parceria com a Bracol Oleoquímicos, empresa do Grupo Bertin. O objetivo é o desenvolvimento e comercialização conjunta de produtos químicos de alta tecnologia provenientes de fonte renovável (derivados de óleos vegetais e gorduras naturais). A produção de "oleoquímica verde" é inédita no País.

"Vamos congregar o acesso a matérias-primas e instalações industriais da Bertin aos nossos desenvolvimentos tecnológicos e presença comercial no setor químico", ressalta o diretor de desenvolvimento da Carbono, Rodrigo Gabriel.

A nova linha de produtos tem como foco os segmentos de resinas, tintas, limpeza doméstica, lubrificantes, graxas e, em médio prazo, matérias-primas para cosméticos. O contrato respalda a meta da distribuidora de faturar R$ 185 milhões no ano e impulsionar sua estratégia focada na sustentabilidade da indústria química, além de agregar produtos ao seu portfólio de mais de 150 itens. O market share da Carbono chega a 15% na venda de insumos como aguarrás mineral, hexanos e outros solventes hidrocarbônicos.

"Este acordo pioneiro reforça o interesse do Grupo Bertin na área da oleoquímica verde, que corrobora o compromisso do grupo com o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis em suas várias áreas de atuação", conclui o diretor executivo da Bracol, Rogério Barros.

Sobre a Carbono Química

Com 31 anos de existência, a Carbono Química é segunda maior distribuidora de solventes e hidrocarbonetos do País. Empresa genuinamente nacional, tem sede em São Bernardo do Campo (ABC Paulista) e outras três unidades - uma em Ribeirão Preto (SP), em Paranaguá (PR) e Vitória (ES). Comercializou, em 2008, 70 mil m³/ tonelada para os segmentos de produtores de tintas, vernizes e os fabricantes de colas, adesivos, resinas, defensivos agrícolas, além do setor sucroalcooleiro, com cerca de 2.900 clientes cadastrados.

Fonte:Segs- Portal Nacional

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Lubrificantes : Motor bem lubrificado
Notícia adicionada em 12/11/2009 09:58:55

Troca e especificação do óleo devem seguir a recomendação da fabricante do veículo

Mais de 400 mil unidades de Fox, Gox e Voyage terão o óleo de seus motores 1.0 trocados gratuitamente pois, segundo a Volkswagen, o produto está fora da especificação. O serviço de substituição é simples, mas muito importante. Se não for feito, as peças do propulsor sofrerão desgate prematuro e, a médio prazo, ele pode até fundir.

O óleo percorre as galerias do motor e evita atrito entre as superfícies metálicas. Se faltar, estiver vencido ou fora da especificação, haverá falha na lubrificação. “Alguns consumidores acham que o óleo deveria durar mais e reclamam quando, durante a troca, ele está sujo. Mas lubrificante sujo significa motor limpo”, explica o professor de mecânica do Senai, Pedro Scopino.

Segundo Eduardo Fernandes, do Centro de Experimentação Viária (Cesvi), o lubrificante deve ser substituído segundo as recomendações de quilometragem e características que constam no manual do proprietário do carro. “Principalmente nas cidades, onde o desgaste do veículo é mais severo, é preciso ficar atento. Sem manutenção correta, haverá a formação borras que podem entupir as galerias e até fundir o motor.” Longos períodos sem usar o carro e andar em altas velocidades antecipam a degradação do lubrificante.

Fernandes sugere que o motorista cheque o nível do lubrificante a cada mil quilômetros. “O correto é estar entre o máximo e o mínimo, pois acima disso aumentará a pressão no propulsor e abaixo, não cumprirá sua função.”

Há três tipos de óleo para motor. O mineral é obtido diretamente do petróleo. O sintético é produzido em laboratório e o semissintético mistura os dois. Todos têm corantes e aditivos que conferem características de desempenho e proteção.

“Cada montadora especifica o óleo para seus carros após fazer diversos testes”, explica Anderson Cerca, engenheiro da Castrol. “A indicação obedece as condições de trabalho de cada motor”, diz Aline Amadi, da Bardahl. “Antes, os propulsores eram maiores e permitiam o uso de lubrificantes com maior índice de viscosidade. Atualmente, é o contrário”, afirma.

Segundo Scopino, óleos aditivados só devem ser usados se recomendados no manual.

Preços

Na Auto Mecânica Scopino (3955 2086), na zona norte, a troca de óleo mineral custa R$ 12 por litro e a do sintético, R$ 38. Na Avant Motors (5543 4343), na zona sul, o preço do mineral vai de R$ 10 a R$ 14, o do semissintético de R$ 29 a R$ 31 e o do sintético, de R$ 37 a R$ 39.


Fonte: Jornal da Tarde, por Viviane Biondo

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Lubrificantes : Volks pode não ter troca do tipo de óleo
Notícia adicionada em 29/10/2009 11:26:50

Especificação no manual de veículos põe em xeque a causa alegada de ruídos nos motores 1.0 VHT
Marcelo Fenerich, Paulo Justus, Rafaela Borges

A troca da especificação do óleo para os motores 1.0 VHT, que a Volkswagen alega ter efetuado a partir de abril de 2008, pode não ter ocorrido. Em nota, a fabricante informou que o novo fluido teria causado lubrificação deficiente nos propulsores 1.0 que equipam Gol, Fox e Voyage e, com isso, desgaste prematuro de peças e surgimento de ruídos. Mas no manual do proprietário dos carros feitos antes do ano passado, a recomendação sobre o óleo é a mesma indicada para os produzidos depois disso, conforme apurou a reportagem do Jornal da Tarde. Procurada, a Volkswagen não emitiu resposta sobre essa questão até o fechamento desta edição.

Ontem, a fabricante divulgou nota informando que trocará gratuitamente o lubrificante de todos os carros equipados com o motor 1.0 VHT. A medida atinge mais de 420 mil automóveis - principalmente o Gol, carro mais vendido do País há 21 anos seguidos. Os clientes devem entrar em contato com a empresa pelo telefone 0800-0195775 (ligação gratuita). No entanto, a Volks não divulgou a nova especificação do óleo.

Na terça-feira a empresa havia informado que o óleo ideal para os motores VHT seria o mesmo utilizado até abril de 2008, antes da mudança. Na prática, isso significa que não haveria alteração em relação ao usado atualmente.

Isso porque tanto no manual do Fox 1.0 2007 como no do 2009, a recomendação é utilizar óleo com viscosidade 5W40, 10W40 ou 15W40. O primeiro valor varia de acordo com a fabricante do produto. O da Castrol, que fornece o lubrificante utilizado na fábrica da Volks para o motor VHT, é o 5W40.

Na nota distribuída anteontem a montadora não esclareceu se o lubrificante usado na fábrica era o mesmo indicado para a reposição no manual. Mas ontem, uma fonte ligada à companhia garantiu que os produtos são iguais. “Todas as montadoras usam o mesmo tipo na fábrica e para reposição. Prova disso é que pode ser preciso, por exemplo, completar o óleo antes da primeira troca.”

Segundo engenheiros e especialistas ouvidos pelo JT, se a fabricante indica a viscosidade do produto sem especificar se ele deve ser sintético ou mineral, por exemplo, basta utilizar o lubrificante com os códigos recomendados.

A Volkswagen também se comprometeu a oferecer um carro reserva aos clientes que tiverem de esperar pela troca, parcial ou total, do propulsor.

Nas revendas

Até ontem as autorizadas da marca ouvidas pela reportagem não tinham informações sobre a recomendação de troca de óleo. Algumas receberam o mesmo comunicado enviado à imprensa. “No documento não há especificação do tipo de óleo que deve ser trocado”, diz Marcos Maestrello, da concessionária Jewa, no centro.

A montadora chegou a marcar uma videoconferência ontem para repassar às concessionárias mais informações sobre o problema com os motores, mas a transmissão foi cancelada. As instruções foram remarcadas para hoje às 10 horas, informou ao JT um consultor técnico da rede de concessionárias Volks.

Fonte: Jornal da Tarde

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Lubrificantes : Troca tem de obedecer à recomendação do manual
Notícia adicionada em 28/10/2009 10:26:46

A função do óleo do motor é refrigerar os locais por onde o líquido de arrefecimento (água com aditivo) não passa e reduzir o atrito entre as peças móveis. Quando o nível fica abaixo do ideal, ocorre desgaste prematuro dos componentes e, se o veículo continuar rodando, o propulsor pode até fundir.

Nas trocas é preciso seguir a recomendação do manual do veículo. Há três tipos: mineral, sintético e semi-sintético. O mineral é o mais comum e tem a menor durabilidade. A matéria-prima do sintético vem de um processo químico, o que permite uso prolongado por suportar maior variação de temperatura. O semi-sintético é a uma mistura dos dois.

Segundo o consultor técnico da Chevron Brasil Lubrificantes e membro da AEA, Sílvio Riolfi Júnior, o importante é que o pacote de aditivos e o óleo básico utilizados na formulação tenham passado pelos testes de desempenho exigidos pelas especificações API (American Petroleum Institute), ACEA (Associação dos Construtores Europeus Automóvel) e algumas específicas dos fabricantes de equipamentos. “Para fazer um lubrificante é preciso um óleo básico e diversos aditivos. No caso do mineral existem três grupos: 1, 2 e 3. Já o sintético é de polialfaolefinas (um composto químico).”

Viscosidade

O grau de viscosidade vem indicada na embalagem do óleo. O primeiro número antes da letra W representa esse valor durante a partida a frio. Quanto menor o número, mais fino é lubrificante. Isso é bom para a ignição porque ele flui mais rapidamente pelo motor.

O segundo número indica a viscosidade com o motor em operação a 100°C. Quanto maior, mais viscoso será o óleo durante a o funcionamento do motor, já quente. “Hoje, a maioria dos lubrificantes é multiviscoso. Eles proporcionam boa lubrificação em qualquer situação”, diz. O especialista explica que é preciso trocar o lubrificante no período certo para evitar a formação de borras no cárter (parte inferior do motor). “Se isso ocorrer e o pescador da bomba de óleo (peça que suga o lubrificante do fundo do reservatório) entupir, o motor pode até fundir.”

Fonte: Jornal da Tarde, por MARCELO FENERICH, marcelo.fenerich@grupoestado.com.br

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