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| ESSO : Novo terminal |
| Notícia adicionada em 02/09/2009 06:10:00 |
A Cosan Combustíveis e Lubrificantes inaugurou um armazém em novo armazém em Governador Valadares (MG). Com cinco tanques, o espaço tem capacidade para estocar cerca de 3 milhões de litros de combustível e abastecer 30 postos. A Cosan investiu R$ 1,4 milhão no armazém, que atenderá cidades de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
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| ESSO : Companhia petrolífera Esso aumenta a produção em Angola |
| Notícia adicionada em 31/08/2009 17:28:44 |
Luanda, Angola, 31 Ago - O director-geral da companhia Esso Angola, James Seale, afirmou, em Luanda, que a empresa petrolífera pretende reforçar a sua presença em Angola com a exploração dos recursos existentes no Bloco 15.
Na sua intervenção no jantar em comemoração do 15º aniversário do Bloco 15, James Seale referiu que uma das medidas é o aumento, em Setembro, da produção para um milhão de barris de petróleo, através do projecto “Satélites do Kizomba” e o da conclusão do projecto de recolha de gás.
A produção diária actual da companhia é de 700 mil barris.
James Seale disse que no Bloco 15 a empresa vai apostar cada vez mais em trabalhar com fornecedores nacionais, de forma a contribuir para o progresso das companhias locais.
“Este método provou ser bem sucedido e à medida que a indústria petrolífera angolana evoluiu, também se vão desenvolvendo as capacidades dos fornecedores locais. (macauhub) |
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| ESSO : Esso e Exxon Mobil |
| Notícia adicionada em 01/07/2009 10:48:28 |
Esso e Exxon Mobil 30 jun | por Eduardo Nicholas em Dicionário das Marcas às 19:53
A revista Forbes publica todo ano a lista das pessoas mais ricas do planeta. Por muitos anos o magnata do software William Gates III ocupou o topo dessa lista, perdendo o primeiro lugar algumas vezes, mas firmando-se em 2009 novamente como o homem mais rico do mundo. Sua fortuna estimada é de 40 bilhões de dólares. Muito rico, não é mesmo? Mas e se eu lhe dissesse que no início do século XX um único empresário teve a sua fortuna calculada em 330 bilhões de dólares? Esse homem era John Davison Rockefeller, o ser humano mais rico que já viveu na face da Terra.
Rockefeller nasceu em 1839 e aos 16 anos conseguiu seu primeiro emprego, trabalhando como escriturário. Metódico e bem articulado, John sabia ganhar dinheiro e também sabia poupar. Em alguns anos juntou capital para investir em empreendimentos maiores. Juntamente com outros sócios, fundou uma pequena refinaria de petróleo em Cleveland, Ohio. Naquela época esse segmento de mercado crescia vertiginosamente por causa do aumento do uso do motor de combustão interna. Aproveitando a conjuntura, Rockefeller separou uma grana e comprou a parte de alguns sócios, tornando-se sócio majoritário e conseqüentemente tendo maior peso nas decisões da empresa. A liderança aumentou ainda mais quando seu irmão William se juntou ao grupo. Ele também era dono de uma refinaria menor e decidiu se unir ao negócio de John. Controlando os custos e reinvestindo os lucros na empresa, Rockefeller rapidamente dominou o mercado de Ohio. O próximo passo foi comprar os concorrentes. Em 1868 ele já era dono da maior refinaria (em tamanho) de petróleo do mundo, construída no estado de Nova Iorque. Até aí Rockefeller já era um homem rico, porém o que veio depois o tornou o ser humano que mais acumulou riqueza na história da humanidade. Em 1870 ele fundou a Standard Oil Company, uma nova firma que reorganizou seus negócios e agregou 22 das 26 refinarias existentes em Ohio, todas compradas por ele. Obviamente ele tinha um estilo bem agressivo. Se o concorrente não quisesse vender, ele dava um jeito de falir o cara. Sua ânsia por controlar o mercado ficou mais evidente quando ele manobrou para determinar o preço de compra e venda dos galões de petróleo. Organizou diversas reuniões e conseguiu criar um grupo de refinarias que aceitaram combinar o preço do produto, sob sua liderança. Esse cartel fez de Rockefeller um multibilionário. Unida num grupo, essas refinarias obrigaram os donos de ferrovias a abaixarem os preços dos transportes de petróleo. Mais: chamaram essas mesmas companhias para comporem o cartel. Em poucos anos 81% da indústria petrolífera dos EUA estava nas mãos de John e seu grupo. Desse controle absoluto nasceu o Standard Oil Trust, um monstro que compreendia diversas filiais em praticamente todos os estados americanos e controlava o preço do barril de petróleo. Daí surgiram as diversas SO: Standard Oil Company of New Jersey, Standard Oil Company of New York, Standard Oil Company of California, entre outras. O governo tentou reagir. Após uma campanha midiática organizada pelos 19% que não faziam parte do cartel, o grupo foi colocado em xeque. Rockefeller reagiu com truculência, mandando fechar todas as refinarias. Nenhuma gota de gasolina saiu de lá durante uma semana. À beira do caos, sem combustível para funcionar, os EUA se ajoelharam diante do empresário e cederam. No entanto, a partir desse evento nada seria como antes. Em 1911 a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que a Standard Oil Company deveria ser desmembrada em 34 companhias independentes. De todas elas, duas nos interessam: a Standard Oil Company of New Jersey, que agora passaria a se chamar Esso, a pronúncia em inglês das iniciais de Standard Oil (SO); e a Standard Oil Company of New York, rebatizada de Mobil, um acrônimo que misturava as palavras automobile (automóvel) e oil (petróleo). Em 1912 a Esso entrou no mercado brasileiro com a Standard Oil Company of Brazil. O nome continua sendo usado aqui até hoje, mas nos Estados Unidos o termo Esso mudou para Exxon em 1972. É uma palavra sem significado, criada para soar parecida com Esso. A mudança foi para padronizar as denominações da empresa nos EUA, que antes disso tinham nomes diferentes de acordo com o estado.
É claro que nada disso fez Rockefeller ficar pobre, porém agora ele não era tão poderoso assim. Ele morreu em 1937, aos 97 anos, mas os desdobramentos de sua trajetória são sentidos até hoje. Em 2000 o capítulo mais recente da história iniciada por ele: as antigas Standard Oil Company of New Jersey e of New York se uniram para formar a Exxon Mobil, a maior empresa do mundo em faturamento e em valor de mercado. Curiosidades de Sobremesa 1 – O primeiro salário de Rockefeller foi de 16 dólares mensais. Ele começou no serviço num dia 26 de setembro e todo ano comemorava a data, chamada de job day. 2 – Rockefeller pode ser considerado o inventor da filantropia moderna. Ele doou grande parte de sua fortuna para projetos sociais, sendo responsável por criar diversas instituições para ajudar pessoas com baixa renda. Uma delas é a Fundação Rockefeller. 3 – O filme Sangue Negro (There Will Be Blood) retrata bem a história dos homens que fizeram fortuna explorando e vendendo petróleo nos Estados Unidos. 4 – Esse tipo de cartel petrolífero continua até hoje. Vocês acham que a Opep é o que?
5 - O tigre da Esso é um dos mais conhecidos mascotes de propaganda. Ele apareceu nas publicidades da Esso nos EUA, primeiramente numa tentativa de associar as qualidades do animal aos produtos da marca por meio do slogan “ponha um tigre em seu tanque”. No início era a imagem literal de um tigre, mas posteriormente tornou-se um personagem.
6 – A Esso tem um papel importante no jornalismo radiofônico e televisivo do Brasil. Patrocinado por eles, diversos programas pioneiros nessas duas mídias surgiram no país. É claro, podemos dizer que esses produtos divulgavam o american way of life e assim serviam como veículo do colonialismo cultura dos EUA. Porém, não podemos negar que eles foram o primeiro passo para o estabelecimento do formato jornalístico nessas duas mídias.
7 – As dez maiores fortunas da história da humanidade (em dólares): 1 – John D. Rockefeller. Petróleo. 329.9 bilhões. 2 – Andrew Carnegie. Aço. 309.2 bilhões. 3 – Nicholas II. Czar da Rússia. 290.7 bilhões. 4 – William Henry Vanderbilt. Ferrovias. 240.0 bilhões. 5 – Osman Ali Khan. Regente de um estado indiano. 225.1 bilhões. 6 – Andrew W. Mellon. Multisetorial. 195.7 bilhões. 7 – Henry Ford. Automóveis. 194.9 bilhões. 8 – Crasso. Governante romano. 181.3 bilhões. 9 – Alan Rufus. Monarca inglês. 178.7 bilhões. 10 – Basílio II. Imperador de Bizâncio. 172.5 bilhões. Twitter do DM: www.twitter.com/eduardonicholas |
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| ESSO : Esso, usará a ferrovia para trazer derivados de petróleo e também para levar o etanol do estado |
| Notícia adicionada em 30/06/2009 00:46:37 |
Segunda, 29 de junho de 2009 Edição nº 12452 30/06/2009 FONTE:DIARIO DE CUIABA JOSÉ A. L. DOS SANTOS
Ferronorte e a carga de retorno
Viva! Finalmente surge em volume significativo uma carga de retorno na Ferronorte, muito aguardada por Mato Grosso que espera deixar a insólita condição de uma das únicas regiões do mundo desprovidas de ferrovia, ainda que sendo uma das maiores produtoras no planeta. Matéria de Marianna Peres no Diário de Cuiabá do dia 17 passado, saudada em editorial pelo jornal no dia seguinte, traz notícia que a Esso, em sua volta a Mato Grosso, usará a ferrovia para trazer derivados de petróleo e também para levar o etanol do estado, tendo adquirido um terminal em Alto Taquari, onde construirá tanques para armazenamento com capacidade para 20 milhões de litros.
Parece que a nova direção traz bons ventos à Ferronorte, dando mostras que realmente quer fazer aquilo que tem a obrigação de fazer, ou seja, fazer o que determina a concessão da União, que outro dia completou 20 anos, mas que ainda está distante de ser cumprida. Mostra querer prestar serviços de transporte ferroviário, que parecia ser o que menos interessava às direções anteriores. E a Esso também mostra que retorna ao estado de forma séria e atualizada, buscando a alternativa ferroviária para reduzir custos financeiros e ambientais.
Na longa luta pela ligação ferroviária de Mato Grosso, jamais se pensou numa ferrovia apenas para extrair a produção estadual, mas para levar e trazer o desenvolvimento. Uma ferrovia, como outros meios de transporte, só se sustenta com cargas de ida e volta e só elas viabilizarão a redução de custos esperada com a ferrovia, mesmo em um sistema monopolizado como o da Ferronorte. Se não existirem cargas de retorno, os produtores mato-grossenses continuarão arcando com fretes similares aos rodoviários, contra os quais reclamam com muita razão. Daí as ótimas perspectivas trazidas pela notícia. Espera-se que façam o mesmo outras empresas em todas as áreas, como no transporte de materiais de construção, insumos agrícolas, automóveis e todo o tipo de mercadorias, reduzindo os custos dos produtos, a pressão ambiental, e elevando a qualidade de vida da população mato-grossense.
Para a integridade de Mato Grosso, razão de seu desenvolvimento continuado e firme, é fundamental que os modais de transportes passem por Cuiabá, reforçando sua espinha dorsal geopolítica que coincide com o trajeto da BR-163, como quer a concessão da Ferronorte. Naturalmente as coisas seriam assim, já que por Cuiabá passa toda a imensa produção a oeste da área de influência da BR-163 destinada ao consumo interno nacional e à exportação via portos do sudeste. Entretanto, como querem alguns, essa carga poderá ser desviada de Nova Mutum direto a Rondonópolis, excluindo Cuiabá e todo o Mato Grosso platino do eixo de desenvolvimento do estado ou pior, levada para Goiás através do novo projeto ferroviário ligando Uruaçu (GO) a Lucas do Rio Verde/Sapezal.
Além da lei e da concessão federal, o diferencial a favor de Cuiabá e do projeto original da ferrovia está justamente na carga de retorno. O complexo Cuiabá/Várzea Grande é disparado o maior pólo consumidor, concentrador e distribuidor de cargas do estado, tanto de ida como de volta. De Cuiabá as cargas são distribuídas para toda a Amazônia meridional. Centro do continente, é o mais natural caminho transcontinental até o Pacífico, via Bolívia ou via Peru, além de próxima de Cáceres, portal ecoviário de acesso ao cone sul do continente. O capital é inteligente e objetivo nas coisas de seu interesse, e a nova Ferronorte parece ter vindo com um novo e saudável enfoque no tratamento da nossa ferrovia. Viva! Que assim seja, amém |
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