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Outros : Google começa hoje a fotografar SP, RJ e BH
Notícia adicionada em 02/07/2009 17:24:59

Google começa hoje a fotografar SP, RJ e BH
02/07/09




O Google e a montadora Fiat anunciam oficialmente, nesta quinta-feira (02), o início das atividades do Street View, serviço que captura imagens panorâmicas, em 360 graus, das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, MG.

Trinta automóveis Fiat Stilo com máquinas fotográficas vão rodar pelas três cidades. De acordo com o Info Online, a Fiat escolheu esse modelo por sua alta tecnologia e seu histórico de inovação.

Ainda não há data definida para que o serviço chegue ao usuário final, pois as imagens serão capturadas a partir de hoje e o processamento do trabalho é demorado e envolve mais países. A intenção do Google é que a ferramenta seja disponibilizada para outras cidades.

Alex Dias, diretor geral do Google Brasil, afirmou que para trazer o serviço ao Brasil pela Fiat precisou pedir o aval de Larry Page e Sergey Brin, donos da companhia e também para Eric Schmidt, CEO da empresa. Segundo Dias, eles ficaram "encantados" com o plano.

O Street View é questionado em diversas partes do mundo pela questão da privacidade. Segundo o Google, o serviço não mostra o rosto das pessoas, mas quem se sentir prejudicado terá a opção de escrever em seu canal de contato para reclama. A equipe vai avaliar o pedido e determinar se a imagem será ou não excluída.

O total investido em engenharia e em ações de mídia, que terão dois anos de duração, não foi divulgado.

Canal no YouTube

O Google já criou uma página exclusiva no maior site de vídeos do mundo para o Street View brasileiro. Por enquanto figura apenas um vídeo de apresentação do recurso, mas a ideia é que no local sejam publicados além das fotos o making of dos carros e mensagens de blogs.

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Outros : Agências de defesa de concorrência do Brasil não avançam em ranking mundial
Notícia adicionada em 18/06/2009 11:34:27

Autor(es): Juliano Basile
Valor Econômico - 18/06/2009

O Brasil estacionou numa posição intermediária entre as agências de defesa da concorrência do mundo. De acordo com o ranking anual dos Cades feito pela revista britânica "Global Competition Review", o órgão brasileiro ficou com três estrelas entre cinco possíveis. Foi a mesma pontuação do ano passado, que colocou o país atrás do grupo de elite liderado pelos Estados Unidos e pela Grã-Bretanha e à frente de agências regulares, como Chile e Argentina.

A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça também obteve as mesmas três estrelas do ano passado. Já a Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae) do Ministério da Fazenda perdeu meia estrela. A Seae caiu de três para duas estrelas e meia. Com isso, saiu do pilotão das agências "boas" e passou a figurar no das "regulares".





A "Global Competition" considerou aspectos positivos e negativos em sua avaliação. A revista citou a vitória do Cade sobre a Vale no Supremo Tribunal Federal (STF). O órgão conseguiu que o STF reconhecesse a decisão que obrigou a Vale a se desfazer do direito ao excedente de minério de Casa de Pedra, mina de propriedade da CSN. Foi a primeira vitória do Cade no Supremo e o caso foi conduzido por Arthur Badin, atual presidente do órgão antitruste, na época procurador-geral do Cade.

A "Global Competition" descreveu Badin como jovem e, segundo algumas fontes, "inexperiente". Essa avaliação foi feita por advogados que atuam no órgão antitruste brasileiro e são ouvidos todos os anos pela revista para a realização do ranking. Por outro lado, a "Global Competition" destacou que Badin conseguiu fazer valer as decisões do Cade no Judiciário. "Badin também deixou claras as suas intenções de conduzir as reformas no sistema antitruste brasileiro que estão num limbo político há anos", descreveu a revista. Segundo a avaliação, se ele conseguir aprovar a lei que consolida a atuação dos três órgãos antitruste num só será "um enorme aperfeiçoamento no sistema".

A "Global Competition" verificou que o Cade recebeu 638 fusões e aquisições para julgar, em 2008, e aplicou mais de R$ 60 milhões em multas a cartéis no período. A avaliação foi que as fusões simples são julgadas rapidamente, mas os casos complexos demoram muito e isso precisa ser melhorado. Outro problema estaria no quadro de pessoal. O Cade possui 185 funcionários, dos quais apenas 26% são especialistas. É a menor proporção entre os Cades do mundo.

Badin informou ao Valor que as dificuldades com pessoal, a multiplicidade de órgãos decisórios e a falta de um prazo fixo para a aprovação de fusões são "críticas procedentes e que somente poderão ser resolvidas com a aprovação do projeto de lei que moderniza a legislação brasileira de defesa da concorrência e reforma o Cade".

Ele discordou da análise da revista de que o projeto estaria num limbo político. Segundo ele, os senadores Romero Jucá (PMDB-RR, líder do governo) e Arthur Virgílio (líder do PSDB) avalizaram um acordo para que o projeto seja votado até o recesso. "Existe um ponto inegável", disse Ana Paula Martinez, diretora do Departamento de Proteção e Defesa Econômica da SDE. "Por mais esforço que façamos temos limitação de pessoal."

Mauro Grinberg, presidente do Instituto Brasileiro de Estudo das Relações de Concorrência e Consumo (Ibrac), disse que os problemas dos órgãos antitruste brasileiros não serão resolvidos enquanto não houver dotações orçamentárias e quadro de carreira. "Sem isso, não muda o quadro." Sergio Bruna, ex-presidente do Ibrac, fez uma avaliação semelhante: "Enquanto o sistema for minguado em termos de pessoal, sem carreira própria, será difícil avançar". Para o advogado Pedro Dutra, o governo está nomeando pessoas competentes e independentes para o Cade, mas falha ao não dotar o órgão de um quadro próprio de pessoal. Além disso, ele defende que a atual Lei Antitruste seja alterada para fixar que as fusões devem ser notificadas ao Cade antes de realizadas, e não depois, como ocorre hoje.

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Outros : famílias de vítimas e donos de postos de combustíveis bloquearam a BR-116
Notícia adicionada em 14/05/2009 13:26:05

Manifestantes paralisam BR 116 contra assaltos

14/05/2009 - 10h23m

Manifestantes paralisaram a BR-116, 200 pessoas, entre frentistas, famílias de vítimas e donos de postos de combustíveis bloquearam a BR-116, por 20 minutos, em protesto aos constantes assaltos a postos de combustíveis na região.

De acordo com um levantamento feito pelos representantes da Minaspetro, foram cerca de 100 assaltos em menos de 2 anos. O último aconteceu no sábado, e teve um fim trágico o frentista Carlos Emanuel Gomes Ferreira, 29 anos, foi assassinado.

Carlos trabalhava em um posto de combustível, na Avenida Alfredo Sá. De acordo com a polícia rodoviária Federal, o congestionamento no local chegou a 2 quilômetros nos dois lados da pista.

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Outros : Angra 2 registra maior nível de produção de energia desde 2001
Notícia adicionada em 17/02/2009 11:03:57

Fonte: Gazeta Mercantil
Autor: Roberta Scrivano

A usina nuclear Angra 2, instalada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, registrou em 2008 a segunda maior geração de energia elétrica da história, só perdendo para 2001, ano em que a central entrou em operação. Foram gerados no ano passado 10.488.289 megawatts-hora (MWh), enquanto em 2001 a geração atingiu 10.498.432 MWh.
A produção de energia de Angra 2 ficou bem próxima do volume recorde mesmo após ter ficado parada por 35 dias, para a reposição de combustível, uma operação considerada normal para este tipo de usina (em 2001, porém, não houve paralisação).
O montante de eletricidade produzido pela central nuclear no ano passado é suficiente para abastecer Brasília e Belo Horizonte durante um ano. "O desempenho de Angra 2 representa uma garantia de disponibilidade e confiabilidade no fornecimento de energia elétrica ao sistema interligado nacional (SIN)", disse, por meio de comunicado, Antônio Carlos Mazzaro, superintendente de central Angra 2. "O aumento da produção deve-se à experiência operacional adquirida, à troca de experiência com a indústria mundial, às modificações de projeto realizadas ao longo dos anos, aos investimentos feitos em equipamentos e treinamento de pessoal e ao comprometimento de seu corpo técnico", acrescentou.
De acordo com a Eletronuclear, estatal responsável pela operação da usina, "a performance (de 2008) torna-se ainda mais significativa quando levamos em conta que a produção foi obtida apesar de ter sido interrompida por 35 dias, tempo de duração da parada para reabastecimento de combustível". Ainda de acordo com a estatal, o resultado da geração coloca Angra 2 entre as 20 maiores usinas nucleares do mundo.
Juntas, as usinas nucleares Angra 1 e 2 (as únicas em funcionamento no Brasil) somam capacidade de cerca de 2 mil megawatts. A geração elétrica das unidades corresponde a pouco mais de 3% da matriz energética nacional.

Programa brasileiro

No início do segundo semestre de 2007, o governo federal aprovou a retomada da construção de Angra 3, que irá gerar cerca de 1,4 mil megawatts e será a terceira usina nuclear do Brasil. Segundo planos do Ministério de Minas e Energia, a nova central deve entrar em operação em 2014.

Além disso, o governo estima construir, até 2030, quatro novas centrais nucleares. Pelo menos duas das novas unidades deverão ser construídas na região Nordeste do País e as outras duas na Sudeste. Até o momento, quatro estados se propuseram a abrigar as usinas: Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.
Segundo estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil tem a sexta maior reserva de urânio (combustível das usinas nucleares) do mundo, além de possuir tecnologia própria de processamento, parque industrial do setor ocioso e centro de pesquisas bem montados para suportar uma ampliação da capacidade geradora.

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Outros : Empresas estão renegociando contratos de venda de energia
Notícia adicionada em 17/02/2009 11:02:17

Fonte: Folha de S. Paulo
Autor: Da Redação

A retração na produção tem feito com que grandes consumidores de energia, principalmente exportadores, comecem a renegociar seus contratos no mercado livre de energia. Alguns deles têm, inclusive, abandonado essa modalidade de comercialização, o que provocou uma queda de mais de 50% na tarifa nos últimos meses.
O mercado livre é o sistema de compra e venda de energia no qual os consumidores negociam livremente seus contratos com os geradores de energia. Como resultado, enquanto em setembro, os contratos de um ano giravam em torno de R$ 190 o MWh, hoje eles são negociados a R$ 90. No mesmo período, o número de consumidores desse mercado passou de 18% do total para 15%.
Segundo Nivalde Castro, professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Gesel (Grupo de Estudos do Setor Elétrico), a retração tem seu lado positivo para o planejamento do setor. "A demanda menor no próximo leilão fará com que sejam priorizadas as usinas mais competitivas do ponto de vista ambiental e tarifário", diz Castro. "Isso quer dizer que, em vez de contratar usinas a óleo, serão demandadas as hidrelétricas, eólicas e de biomassa."

Os usineiros, aliás, compareceram em peso ao seminário sobre os impactos da crise financeira no setor elétrico, que aconteceu na semana passada, em São Paulo. "Quem não participou do último leilão de biomassa está chorando de arrependimento", diz Castro.
Altamente dependente de empréstimos para capital de giro e no meio de uma séria crise de liquidez, as usinas encontraram na geração de energia uma fonte de entrada de recursos líquida e certa. "São contratos de 15 anos, indexados, que estão sendo usados como garantia de empréstimo", diz ele. "Ninguém imaginava que a geração traria uma externalidade positiva tão importante."

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