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| PDVSA : PDVSA poderá atuar como distribuidora no Brasil, diz Gabrielli |
| Notícia adicionada em 08/10/2009 14:44:14 |
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse em entrevista coletiva concedida hoje no Rio de Janeiro que a petrolífera estatal venezuelana PDVSA poderá distribuir combustíveis no Brasil de acordo com as mesmas condições que valem para as demais empresas. "Se a PDVSA quiser distribuir combustíveis no Brasil, poderá fazê-lo nas mesmas condições que a Petrobras e as demais distribuidoras. Não haverá nenhum privilégio para nenhuma empresa", disse Gabrielli.
Hoje, Petrobras e PDVSA anunciaram que definiram todos os detalhes do acordo para a construção da refinaria conjunta de Abreu e Lima, em Pernambuco Uma das principais dificuldades para concluir as negociações sobre a refinaria, iniciadas em 2005, era o interesse da PDVSA de distribuir no Brasil a preço de custo parte dos combustíveis que lhe corresponderão. A Petrobras alegava que a possibilidade de oferecer produtos a preço de custo e não ao preço estabelecido pela refinaria daria uma vantagem à empresa venezuelana em relação às demais concorrentes no setor. "Esse ponto ficou completamente esclarecido", afirmou o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, na mesma entrevista coletiva. "A refinaria vai vender seus produtos na porta da refinaria e a PDVSA pode comprá-los na porta da refinaria, montar uma rede e vendê-los sempre de acordo com as normas brasileiras", afirmou Costa. "Obviamente que a PDVSA, como a Petrobras, como a Shell, como a Cosan ou como qualquer outra distribuidora, tem que atender a legislação existente no Brasil e as normas da Agência Nacional do Petróleo" (ANP), acrescentou o diretor. Segundo Costa, os derivados produzidos na refinaria não pertencerão a nenhuma das duas empresas, mas à própria refinaria, que os venderá nas mesmas condições para todos os distribuidores do país. O diretor acrescentou que a possibilidade de que a PDVSA opere como distribuidora no Brasil não depende da Petrobras, mas sim de que a companhia petrolífera venezuelana cumpra com todas as exigências da ANP. "Havia três pontos que não tinham sido estipulados (sobre a refinaria) e que foram ajustados; por isso, não restou nenhuma pendência", acrescentou Costa, ao dizer que o contrato está pronto para ser assinado. O diretor de Abastecimento disse desconhecer se o contrato será assinado em meados de outubro, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará uma visita à Venezuela. "A data da assinatura não depende da Petrobras. Isso depende dos dois Governos, que analisarão a data mais apropriada e o local mais apropriado", afirmou. Segundo o estipulado entre ambas as empresas, a refinaria Abreu e Lima, que já está sendo construída, refinará 230 mil barris diários e poderá começar a operar no primeiro trimestre de 2011. Cada uma das empresas fornecerá a metade do petróleo pesado que será processado, mas a Petrobras terá uma participação de 60% no projeto, e a PDVSA, os 40% restantes. Costa reconheceu que o único ponto pendente é o custo da refinaria, cujo orçamento subiu dos US$ 4 bilhões estabelecidos inicialmente para US$ 12 bilhões, segundo os últimos cálculos. "Até hoje não temos o valor final. Os contratos grandes ainda estão sendo finalizados. Vamos ter o valor final quando concluirmos todas as negociações, mas seguramente será um valor próximo ao que citamos em Caracas (US$ 12 bilhões)", disse o diretor da Petrobras. Segundo Costa, o valor aumentou no momento em que se estabeleceram todos os detalhes e em consequência da atual valorização do real frente ao dólar, o que gerou um aumento de US$ 2 bilhões nos gastos, e da alta nos custos dos equipamentos devido à crise econômica global. O diretor acrescentou que a Petrobras já investiu cerca de US$ 1 bilhão na construção da refinaria, motivo pelo qual, no momento da assinatura do contrato, a PDVSA terá que assumir a parte que lhe corresponde desse valor (quase US$ 400 milhões).
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| PDVSA : Participação da venezuelana PDVSA em refinaria brasileira pode ser inviável |
| Notícia adicionada em 13/02/2009 09:50:16 |
Fonte: O Globo Plantão Ramona Ordoñez
RIO - O diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, deixou claro que é praticamente inviável a participação acionária da estatal de petróleo venezuelana PDVSA no projeto da refinaria Abreu Lima, em construção em Pernambuco. Segundo o diretor, as negociações entre as duas empresas chegaram a um impasse em relação a duas questões importantes. Um dos impasses é em relação ao preço de venda do petróleo que a PDVSA prevê para comercializar com a refinaria brasileira. O diretor explicou também que os venezuelanos estão pedindo um preço pelo petróleo - do tipo mais pesado do que o brasileiro - acima da média do mercado internacional. Outro ponto de impasse nas negociações é porque a PDVSA quer ter a liberdade de vender a sua parte dos combustíveis, que serão produzidos em Abreu Lima, ao mercado do Nordeste . Segundo o diretor de abastecimento da estatal, poderá apresentar a falência de pequenas distribuidoras de combustíveis locais, porque os venezuelanos poderiam colocar seus produtos a preços muito baixos. - Com esses dois impasses, a participação da PDVSA é inviável, mas eu ainda acredito que podemos chegar a um acordo - disse Paulo Roberto. A refinaria, que terá capacidade de produzir 230 mil barris por dia de derivados, previa participação de 40% da PVDSA e 60% da Petrobras. Estava previsto também que metade do petróleo necessário para a unidade seria fornecida pela Petrobras e a outra metade pela PDVSA. |
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| PDVSA : Gasoduto vindo da Venezuela terá traçado até final do ano |
| Notícia adicionada em 03/02/2009 12:16:42 |
Fonte: POSTADO ÀS 21:25 EM 02 DE Fevereiro DE 2009 , No site da Associação dos Engenheiros da Petrobras
Petrobrás e PDVSA (estatal de petróleo da Venezuela) assinaram no dia 15/01, com a presença dos presidentes Lula (Brasil) e Hugo Chávez (Venezuela), um termo para o estudo da primeira parte do Gasoduto do Sul - de 8.000 km que vai ligar a Venezuela à Argentina, passando pelo Brasil e por outros países da América do Sul. A idéia do gasoduto foi lançada no fim de 2005, mas havia dúvidas sobre sua viabilidade.
O projeto tem custo estimado em US$ 20 bilhões e seria financiado por Brasil, Venezuela e Argentina.
O primeiro trecho ligará a cidade de Güiria (Venezuela) à Recife (PE).
Segundo o presidente da Petrobrás, José Sergio Gabrielli, o gasoduto será abastecido por metade da produção de Mariscal Sucre, de 400 bilhões de metros cúbicos, e terá capacidade de transportar até 50 milhões de metros cúbicos por dia de gás.
Ele afirmou que até dezembro será terminada a etapa conceitual que prevê a definição do traçado, definição de potenciais problemas ambientais.
Os presidentes das estatais assinaram ainda uma carta de intenção para projetos a serem desenvolvidos conjuntamente, como Carabobo-1, na faixa do Orinoco, uma empresa mista em Mariscal Sucre, além do desenvolvimento de cinco campos maduros. |
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| PDVSA : Venezuela oscila, mas mantém ajuda a pobres dos EUA às vésperas da posse de Obama |
| Notícia adicionada em 08/01/2009 18:36:33 |
Fonte: Globo.com ( Portal G1)
WASHINGTON, 8 Jan 2009 (AFP) - A decisão do governo venezuelano de manter um subsídio energético para 200.000 famílias pobres nos Estados Unidos pode ser interpretado como um primeiro gesto de Caracas em relação ao próximo presidente americano, Barack Obama, às vésperas de sua chegada ao poder. A maneira como a decisão foi tomada é outra demonstração de como o regime do presidente Hugo Chávez ainda oscila, mas começa a enviar sinais para os EUA de Obama, após anos de agressões verbais e diplomáticas diretas durante o mandato de George W. Bush. A filial da Petróleos da Venezuela (PDVSA) nos Estados Unidos, a CITGO, com milhares de distribuidores em todo o país, havia decidido suspender o programa de vendas de combustível para calefação a preços reduzidos, alegando os efeitos da crise econômica e dos baixos preços do petróleo, segundo a Citizens Energy, organização americana encarregada da distribuição. O anúncio foi feito na última segunda-feira, e, no mesmo comunicado, o presidente da Citizens Energy, Joseph P. Kennedy II, garantiu que manteria contatos no mais alto nível para convencer Caracas a rever sua decisão. A CITGO deu início ao programa em 2005, após uma decisão pessoal do presidente Chávez, a pedido de ativistas e de um parlamentar da ala mais à esquerda do Partido Democrata, William Delahunt. Um porta-voz da Citizens Energy, Brian O'Connor, disse à AFP que a anunciada "suspensão definitiva" não significava "o fim do programa". Aparentemente, os esforços da Citizens Energy tiveram sucesso em menos de 48 horas, já que na quarta-feira a CITGO anunciou que, apesar do contexto difícil, a empresa daria continuidade ao programa "de acordo com os princípios de solidariedade do governo da República Bolivariana da Venezuela". "Esta decisão é uma mensagem clara e direta do presidente (Hugo) Chávez, que deseja fortalecer as relações entre seu país e os Estados Unidos", declarou por sua vez Joseph P. Kennedy II. "Principalmente neste momento, quando uma nova administração americana deve assumir o poder dentro de poucas semanas", acrescentou.
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| PDVSA : Avançam negociações sobre refinaria em Pernambuco |
| Notícia adicionada em 23/12/2008 17:25:34 |
Fonte: Agência Brasil
Os entendimentos entre a Petrobras e a PDVS, estatal venezuelana do petróleo, em torno da sociedade na Refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, já estão bastante adiantadas. Segundo o diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, as duas empresas já discutem o contrato comercial de compra e venda do petróleo venezuelano e brasileiro que abastecerá a refinaria. Também já estão sendo discutidas as condições de certificação dos investimentos feitos pela Petrobras no empreendimento.
“Fechamos o acordo de acionista, fechamos o estatuto e também contratamos uma empresa de auditoria para levantar os custos que a Petrobras teve no empreendimento – o que foi já foi acordado com a PDVS quanto ao que ela terá de repassar à Petrobras em relação a seu percentual de participação”, disse Costa, em encontro com jornalistas.
Ele afirmou que, no momento, as duas empresas estão finalizando o contrato relativo ao suprimento de petróleo a ser refinado na indústria. “Vamos ter dois contratos de fornecimento de petróleo: um entre a Petrobras e a Refinaria Abreu Lima e outro entre a PDVSA e a refinaria. Esses contratos ainda não foram acertados.”
Uma parceria entre a Petrobras e a PDVSA, a Refinaria Abreu e Lima, também conhecida como Refinaria de Pernambuco, destina-se ao processamento de cerca de 200 mil barris de petróleo por dia, para atender ao crescimento da demanda de derivados de petróleo, principalmente óleo diesel, no Nordeste.
O empreendimento deverá demandar investimentos de cerca de US$ 4 bilhões, a serem divididos conforme o percentual de participação de cada empresa na unidade. |
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