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| CHEVRON : Lucro da Chevron cai e fica abaixo da expectativa |
| Notícia adicionada em 31/07/2009 10:56:42 |
NOVA YORK, 31 DE JULHO - A Chevron anunciou nesta sexta-feira uma queda de 71 por cento no lucro do segundo trimestre, pressionado por queda de preços do petróleo e do gás em relação ao ano anterior e pela crise econômica que derrubou a demanda por combustíveis.
A segunda maior petrolífera dos Estados Unidos divulgou lucro líquido de 1,75 bilhão de dólares, ou 0,87 dólar por ação, contra 5,98 bilhões de dólares, ou 2,90 dólares por ação, no mesmo período um ano antes.
A expectativa média de Wall Street apontava lucro de 0,97 dólar por ação, segundo a Reuters Estimates.
Na quinta-feira, a concorrente de maior porte Exxon Mobil anunciou uma queda mais acentuada que a prevista no lucro. Já o presidente-executivo da Royal Dutch Shell afirmou que não enxerga no curto prazo um fim para a fraca demanda por energia, excesso de capacidade e alta dos custos.
As ações da Chevron exibiam baixa de 1 por cento, cotadas a 67 dólares, no pregão eletrônico, tendo encerrado a 67,70 dólares na quinta-feira.
Fonte: Reuters |
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| CHEVRON : Partilha não é impeditivo para Chevron explorar petróleo no Brasil |
| Notícia adicionada em 24/06/2009 12:16:23 |
Fonte:Valor Online RIO - A eventual adoção do modelo de partilha de produção nos campos do pré-sal não será impeditivo para que a Chevron continue a atuar na exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. Na visão do presidente da companhia norte-americana no país, George Buck, os investimentos dependem da combinação do modelo com os projetos que forem desenvolvidos.
O novo marco regulatório para exploração dos recursos do pré-sal do litoral deve ser enviado em breve ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela comissão interministerial que analisa a questão. Embora os integrantes da comissão não comentem o assunto, a expectativa é de que seja criada uma estatal para administrar os recursos, que deverão ser explorados sob o regime de partilha de produção.
Para Buck, a única preocupação quanto ao novo modelo de exploração que será adotado no pré-sal é em relação a um possível aumento das restrições.
"Se ficar muito restritivo, o investimento pode ir embora. Essa é uma preocupação, mas acho que o modelo não vai ser tão restritivo", afirmou. "O Brasil é estável e tem um ambiente favorável", acrescentou.
A gerente de desenvolvimento de negócios da Chevron no Brasil, Patrícia Pradal, acrescentou que a companhia opera em vários países sob o sistema de partilha, que funciona com a entrega de determinada fatia da produção para o governo local.
"O governo do Brasil vai saber qual o modelo adequado para trazer mais investimentos para o Brasil", destacou. "A decisão (de investimento) não está ancorada apenas no modelo, mas na oportunidade de negócio. É baseada no projeto como um todo", acrescentou.
(Rafael Rosas | Valor Online) |
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| CHEVRON : Chevron começa a produzir petróleo na bacia de Campos |
| Notícia adicionada em 23/06/2009 12:20:29 |
REUTERS - A americana Chevron informou nesta segunda-feira que iniciou a produção de petróleo no campo de Frade, na bacia de Campos, com expectativa de atingir um pico de produção de 90 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia em 2011. A empresa é operadora do campo com 51,7% e a Petrobras possui 30%. Segundo comunicado da Chevron enviado ao mercado, o petróleo extraído no Brasil será exportado e o gás natural, vendido no mercado interno brasileiro. 10:57 - 23/06/2009 |
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| CHEVRON : Grupo pede atenção de acionistas da Chevron para caso na Amazônia |
| Notícia adicionada em 28/05/2009 14:28:16 |
Washington, 27 mai (EFE).- A organização Coalizão de Defesa da Amazônia pediu hoje a atenção dos acionistas da Chevron para o caso dos membros de várias comunidades indígenas do Equador que movem uma ação contra a companhia petrolífera.
O presidente da organização, Luis Yanza, falou hoje perante a junta de acionistas da companhia, reunida na Califórnia, e convidou o diretor-executivo da Chevron, David O'Reilly, a visitar a região onde a companhia petrolífera Texaco operou entre 1975 e 1995.
A Texaco foi comprada em 2001 pela Chevron.
"A direção da empresa está ocultando dos acionistas a verdade do que está acontecendo no Equador. E na reunião, vamos trazer à luz a verdade", disse Yanza à imprensa.
Junto a Yanza foram à sede de Chevron Emergildo Criollo, líder da comunidade Cofan, uma das prejudicadas, e um grupo de ativistas que protestaram diante da sede da companhia petrolífera.
Criollo contou como as ações da Texaco afetaram o tradicional estilo de vida de sua comunidade, que já não pode ir à floresta, nem ter água limpa onde pescar, da mesma forma que ocorre com outras seis tribos.
Grupos de indígenas abriram uma ação contra a companhia por considerar que os trabalhos de limpeza que fez não foram suficientes para reparar os danos ambientais, que vinculam ao aumento de casos de câncer entre a população.
A companhia petrolífera, por sua vez, alega que investiu US$ 40 milhões para limpar as piscinas de petróleo na área em que operou e que recebeu o certificado de aprovação do Governo equatoriano.
Os litigantes, que exigem da companhia petrolífera o pagamento de US$ 27 bilhões em indenização, levaram o caso até a junta anual onde, a pedido do Fundo de Pensões de Nova York e da Califórnia, dois dos acionistas debateram várias propostas sobre a política ambiental da companhia.
Finalmente, o pedido de um relatório sobre os critérios da Chevron para investir em países com histórico questionável de direitos humanos teve 26% dos votos e outra medida sobre como a companhia avalia as leis ambientais em outros países, menos de 7% de apoio.
Os litigantes também alegam que a empresa não está informando bem os acionistas sobre o caso no Equador e a respeito da possibilidade de que terão que pagar uma grande quantia de dinheiro.
Recentemente, os acionistas solicitaram à Chevron que explicasse que plano a empresa deve seguir no caso de a Justiça do Equador decidir contra a companhia. EFE elv/rr Fonte:Ultimo Segundo
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| CHEVRON : Chevron é acusada de mentir sobre câncer na Amazônia equatoriana |
| Notícia adicionada em 25/05/2009 09:31:02 |
Fonte: Portal G1
Quito(EFE).- A Frente de Defesa da Amazônia, que lidera uma ação contra a petrolífera Chevron-Texaco por poluição na Amazônia equatoriana, denunciou hoje que a companhia financiou um estudo para "demonstrar que o despejo de bilhões de galões de águas tóxicas não causa câncer".
A organização, que representa cerca de 30 mil indígenas e colonos equatorianos supostamente afetados pelas atividades da companhia, denunciou em comunicado que "a empresa que conduziu o estudo tem fortes vínculos com Samuel Armacost, membro da direção" da firma americano.
De acordo com o grupo, Armacost seria "o acionista majoritário da Exponent Inc., uma empresa de consultoria científica pró-indústria que foi contratada pela Chevron para fazer um estudo sobre as taxas de câncer na Amazônia equatoriana".
O documento, intitulado "Mortalidade por Câncer e Produção de Petróleo na Região Amazônica do Equador, 1990-2005", concluía que as taxas de câncer na área operada pela Texaco, "são consistentes com as do resto do país, e inclusive menores que as da cidade de Quito", explicou a organização.
A petrolífera americana enfrenta um processo de US$ 27 bilhões por um suposto caso de poluição ambiental na qual os litigantes reivindicam a limpeza da zona e a reparação dos danos causados à população pelas atividades entre 1975 e 1995.
No texto, os litigantes explicam que US$ 9 bilhões são para compensar os moradores locais por 1.401 mortes causadas por câncer devido à poluição, de acordo com estimativas periciais apresentadas no julgamento.
A Chevron-Texaco, por sua vez, divulgou um comunicado no qual acusa os litigantes de querer "desviar a atenção da incômoda verdade" de que as acusações feitas contra a petrolífera "estão viciadas", e os estudos "em que pretendem baseá-las são parcializados e não conclusivos".
A Frente pretende, segundo a petrolífera, "desacreditar" um estudo científico que "deixa sem sustentação as acusações contra a companhia Chevron".
Além disso, a empresa assinalou que "foi transparente na apresentação do estudo", e argumentou que a publicação do trabalho foi apoiada por especialistas que sabiam que a pesquisa tinha sido financiada pela Chevron. EFE |
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