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Álcool : Preço do litro se mantém vantajoso em Mato Grosso
Notícia adicionada em 27/07/2009 14:01:21

Agência Estado

Mato Grosso tem o álcool combustível, ou etanol, como está sendo chamado, mais competitivo do Brasil. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o produto está competitivo no tanque dos carros flex fuel em 21 dos 27 estados brasileiros. Segundo os números, os estados onde a vantagem é mais significativa são Mato Grosso (preço do etanol é 44,93% do preço da gasolina - até 70% o etanol é competitivo), São Paulo (51,77%), Paraná (56,09%), Goiás (57,68%), Tocantins (61,88%), Maranhão (62,56%) e Mato Grosso do Sul (62,69%).

Os sete estados mais competitivos respondem por 70% do consumo de álcool do país. A vantagem é calculada considerando que a potência energética do motor a álcool é de 70% dos motores à gasolina.

O levantamento também revela que os preços médios do etanol combustível caíram nos postos de 10 estados brasileiros no período analisado. As cotações subiram! em 17 estados. As maiores quedas foram registradas no Pará (-1,30%), Rondônia (-0,55%), Amazonas (-0,45%) e Goiás (-0,40%). As altas foram registradas no Rio Grande do Sul (+3,98%), Maranhão (+2,74%) e Pernambuco (+2,26%). Na edição de ontem, o Diário mostrou o início da reversão dos preços no varejo de Cuiabá e Várzea Grande. Em alguns postos o preço de bomba registrou R$ 1,40, alta de 35,92% em relação aos R$ 1,03 que vigoram até o começo deste mês.

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Álcool : Sucroalcooleiros e a crise
Notícia adicionada em 27/07/2009 14:00:02

Estado de Minas

Superar a crise que prejudica as negociações agrícolas em todo o país desde o segundo semestre do ano passado é o objetivo dos produtores de cana e das usinas, concentradas principalmente na região Centro-Sul do Brasil. Diante desse cenário de pouca liquidez e de sérias restrições ao crédito no mercado sucroalcooleiro, o sistema de troca foi a alternativa encontrada por muitas empresas do setor para impulsionar seus negócios e impedir a redução de compra de insumos e defensivos agrícolas pelas usinas e produtores. Esse sistema, apesar de bastante utilizado em negociações de grãos, especialmente soja e milho, era até então incomum em cana, e tem apresentado resultados positivos para os que aderiram à solução.

! Mas, acompanhar as tendências do mercado não é tão fácil como parece, já que nem todos têm estrutura adequada ou estão preparados para enfrentar turbulência na economia. Momentos antes da instalação da crise no país, o mercado sucroalcooleiro estava aquecido. Segundo a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), a produção brasileira atingiu na safra 2007/2008 mais de 493,3 milhões de toneladas. Estima-se que o acumulado do total de cana produzida apenas na região Centro-Sul atingiu 431 milhões de toneladas, contra 372 milhões de toneladas da safra anterior (2006/2007). A produção do etanol também apresentou crescimento. Em 2006/2007, foram produzidos mais de 17,7 bilhões de litros do produto. Já na safra seguinte foram 22,4 bilhões de litros.

Hoje, embora o Brasil se destaque como grande produtor mundial e um dos mais importantes fornecedores de cana, o cenário é diferente e especialistas afirmam que os impactos da cr! ise nesse mercado devem ser negativos, no que diz respeito ao volume de investimento no setor. Em relatório divulgado recentemente, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que em 2010 haverá significativa redução na quantidade de produção e de novas usinas, principalmente se esses números forem comparados com os de 2008, quando o cenário era positivo. Ou seja, apenas 20 das 35 usinas que deveriam entrar em operação, apenas no Estado de São Paulo, este ano, vão iniciar suas atividades.

De acordo com a Unica, este será um período de reestruturação e consolidação devido à fragilidade financeira das empresas. A queda das exportações de etanol também deve representar mudanças efetivas na produção brasileira de cana, que, ao mesmo tempo, caminha para um aumento das vendas de açúcar, produto que está em alta desde dezembro de 2008. Esse cenário é reflexo de uma redução nas safras de grandes produtores mundiais, como a Índia e a União Europeia, e pode ser uma saída interessante para os canavieiros do país, que, com uma adequação na sua produção podem manter o fluxo positivo dos seus negócios.

Vale ressaltar, porém que a demanda por etanol já voltou a apresentar índices positivos, com o aquecimento do mercado automobilístico, que se deu com a redução de impostos (IPI), a partir do primeiro trimestre de 2009. Esse aumento já previsto na fabricação e venda de veículos com a tecnologia flex, tanto para o mercado interno quanto externo, deve-se principalmente à necessidade dos países em reduzir suas emissões de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

Há ainda outras opções criativas para os produtores que querem sair do vermelho. A geração de energia de bagaço da cana, por exemplo, pode ser um caminho bastante lucrativo. Esse recurso vem sendo utilizado em larga escala pelas próprias usinas e também comercializado para cobrir déficits financeiros.

Apesar de não existir uma fórmula pronta para driblar os efeitos negativos da crise econômica global, o segredo para minimizar prejuízos pode estar no diálogo entre a cadeia produtiva e os especialistas, tanto do setor privado quanto de entidades governamentais. E, ao contrário do que muitos imaginam, o atual cenário de instabilidade, pode representar excelentes oportunidades de novos negócios. Neste caso, a aquisição ou fusão de empresas pode amenizar os problemas. A eficiência do processo produtivo é o ponto central de toda essa questão, pois com investimentos que possibilitem ao Brasil manter as exportações de açúcar e álcool em níveis satisfatórios, será possível ganhar fatias de mercado.

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Álcool : Indústria comemora 30 anos do 1º carro a álcool no país
Notícia adicionada em 20/07/2009 09:38:30

Em julho de 1979, a Fiat lançou no mercado nacional o primeiro carro movido a álcool combustível. O compacto Fiat 147 chegou às concessionárias quatro meses depois que os 16 primeiros postos de combustível começaram a receber o álcool combustível.


O Fiat 147 álcool foi produzido na unidade da montadora em Betim entre 1979 e 1987. Ao todo, foram vendidas aproximadamente 120.500 mil unidades. A relação custo-benefício do então novo combustível foi bem aceita, uma vez que o preço do álcool era 50% mais baixo que o da gasolina. Com um motor 1.3, o carro era mais potente e apresentava menor emissão de poluentes.

Hoje, três décadas depois, a tecnologia evoluiu com a criação dos motores bicombustíveis que já representam 88% das vendas de automóveis e comerciais leves no país.

O etanol no Brasil

Depois de alguns anos de crescimento regular, a produção da "primeira fase" da produção do álcool combustível no Brasil atingiu o ápice em 1986, quando mais de 90% dos carros de passeio produzidos no país eram movidos a álcool.

Como o preço do petróleo caiu e o do açúcar subiu, a produção se desequilibrou, e o país, com uma extensa frota a álcool, enfrentou desabastecimento do combustível. Isso prejudicou a credibilidade do produto e fez com que o consumo sofresse uma forte retração.

Durante os anos 90, o índice de carros a álcool saindo das fábricas caiu para cerca de 1%, e a demanda por etanol no país passou a se resumir à frota antiga movida a álcool e ao combustível anidro, misturado à gasolina.

Entretanto, desde 2003, com o advento do carro flex fuel – que pode circular com qualquer mistura de álcool e gasolina –, o mercado de etanol viu seu espaço crescer muito.

Fonte: G1



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Álcool : Preço do álcool cai e é vantajoso em 20 Estados e no DF .GNV ainda mais competitivo.
Notícia adicionada em 07/07/2009 00:10:00

Fonte: Diario Net
Pelo terceiro mês consecutivo, gás natural veicular (GNV) caiu de preço. Em junho, o valor cobrado pelo metro cúbico do combustível caiu 3,3% nos postos de abastecimentos, passando a custar, em média, R$ 1,72. Os valores cobrados por álcool, diesel e biodiesel também caíram: 0,9%, 1,65%, e 1,72%, respectivamente. Com as alterações, o litro do etanol pode ser encontrado por R$ 1,76, em média; diesel, R$ 2,17; e biodiesel, R$ 2,16. O preço da gasolina permaneceu estável em junho, com valor médio nacional de R$ 2,67. Os dados são da pesquisa realizada pelo Ticket Car com 8 mil postos credenciados em todo o País.
Em 20 Estados e no Distrito Federal, o etanol continua como melhor opção para os motoristas. São Paulo apresenta a maior diferença entre relação à gasolina, (50,8%), seguido por Paraná (45,1%) e Mato Grosso (44,9%). Os proprietários de veículos flex devem dar preferência à gasolina apenas no Amapá, Ceará, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte e Roraima. A pesquisa considera que abastecer com álcool é mais vantajoso quando o litro do álcool custar no mínimo 30% menos que o da gasolina.

Na cidade de São Paulo, o preço do GNV caiu 10% o metro cúbico e o álcool, 5%. Com isso, os combustíveis podem ser encontrados nos postos de abastecimento, em média, por R$ 1,21 e R$ 1,55, respectivamente. Diesel e biodiesel caíram cerca de 1,5% e passam a custar R$ 2,13 e R$ 2,16. Já a gasolina registrou estabilidade em junho, cotada a R$ 2,41 o litro.

Confira onde é mais vantagem abastecer com álcool ou gasolina:

UF Gasolina Álcool Dif.(%) Prefira

AC - 2,994 - 2,096 - 30,0% - Álcool

AL - 2,700 - 1,729 - 36,0% - Álcool

AM - 2,658 - 1,803 - 32,2% - Álcool

AP - 2,695 - 1,961 - 27,2% - Gasolina

BA - 2,699 - 1,739 - 35,5% - Álcool

CE - 2,599 - 1,831 - 29,5% - Gasolina

DF - 2,657 - 1,739 - 34,6% - Álcool

ES - 2,643 - 1,790 - 32,3% - Álcool

GO - 2,604 - 1,521 - 41,6% - Álcool

MA - 2,743 - 1,821 - 33,6% - Álcool

MG - 2,519 - 1,645 - 34,7% - Álcool

MS - 2,725 - 1,739 - 36,2% - Álcool

MT - 2,890 - 1,593 - 44,9% - Álcool

PA - 2,878 - 2,165 - 24,8% - Gasolina

PB - 2,523 - 1,759 - 30,3% - Álcool

PE - 2,625 - 1,700 - 35,2% - Álcool

PI - 2,689 - 1,979 - 26,4% - Gasolina

PR - 2,516 - 1,381 - 45,1% - Álcool

RJ - 2,598 - 1,664 - 36,0% - Álcool

RN - 2,637 - 1,879 - 28,7% - Gasolina

RO - 2,798 - 1,897 - 32,2% - Álcool

RR - 2,798 - 2,150 - 23,2% - Gasolina

RS - 2,592 - 1,694 - 34,7% - Álcool

SC - 2,563 - 1,689 - 34,1% - Álcool

SE - 2,572 - 1,756 - 31,7% - Álcool

SP - 2,433 - 1,197 - 50,8% - Álcool

TO - 2,778 - 1,763 - 36,5% - Álcool
Roberto do Nascimento
Da equipe do DiárioNet
Publicada em: 6/7/2009

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Álcool : Preço do litro do álcool em João Pessoa tem variação de 17,6%
Notícia adicionada em 07/07/2009 00:10:00

O litro do álcool em João Pessoa é considerado o de maior variação, 17,6%, dentre os combustíveis veiculares pesquisados pelo Procon Municipal nesta segunda-feira (06). De acordo com o levantamento de preço, o litro é comercializado na capital entre R$ 1,53 e R$ 1,79. Se o motorista pesquisar, a economia é de 0,27 centavos em cada litro abastecido.

Em relação à gasolina comum, o menor e o maior valores praticados pelo setor variam em R$ 2,31 e R$ 2,59. Se o condutor optar por encher o tanque com a gasolina aditivada, o valor do litro sofre um acréscimo e chega a R$ 2,33 o menor valor e R$ 2,69 o maior, diferença de 15,4%, o que representa em real 0,36 centavos em cada litro.

A pesquisa também verificou os preços do diesel e gás natural veicular (GNV). O litro do diesel apresentou variação bem acentuada, 15,8%, onde o menor valor é R$ 1,89 e o maior R$ 2,199. Já o GNV possui a menor variação, isto é, 4,8%. O combustível é encontrado nos postos entre R$ 1,68 e R$ 1,77.

A tomada de preço realizada pelo Procon-JP também averiguou os valores comercializados nas zonas que dividem a cidade. A gasolina é considerada mais barata, R$ 2,31, em um posto no bairro de Manaíra, que faz parte da zona leste. Já o álcool, o local mais em conta, que cobra R$ 1,53 por litro, é no bairro de Jaguaribe, que integra a zona oeste. E também na zona oeste, mas desta vez no bairro do Cristo, é encontrado o diesel mais barato, que é R$ 1, 89.

A nova pesquisa constatou ainda um dado desfavorável para os motoristas. Cinco postos aumentaram o valor da gasolina em relação ao levantamento realizado no dia 29 de junho, quando se verificou que apenas um tinha feito tal procedimento. A pesquisa completa será disponibilizada na página da Prefeitura, no link http://www.joaopessoa.pb.gov.br/secretarias/procon/pesquisas/ ou pode ser consultada na sede do Procon-JP, situado na Av. Pedro I, 331, Centro

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