Institucional
Serviços
Links úteis

Agência Nacional do Petróleo

Ministério do Meio Ambiente

RSS

(1) 2 »
Logística : Refinaria do RN
Notícia adicionada em 26/10/2009 09:28:42

As três grandes refinarias de petróleo previstas para o Nordeste, uma no Maranhão, outra no Ceará e a terceira em Pernambuco, não estão mais garantidas para 2013. Segundo Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, a estatal conta com produção crescente até 2017 e 2018, com folga portanto para instalar a refinaria potiguar e, possivelmente ampliá-la no futuro, lá pra 2014. Uma grande refinaria leva de seis a oito anos para entrar em operação plena. Com este intervalo, a refinaria potiguar - Clara Camarão – certamente já estará ampliada, para atender a demanda do consumo na metade da próxima década. A Petrobras promete iniciar as obras da refinaria em Guamaré no próximo mês.

Classificação: 0.00 (0 votos) - Classifique esta notícia - Comentários?
Logística : Technip faz 1o navio brasileiro para lançar dutos
Notícia adicionada em 23/10/2009 12:05:29

SANTOS (Reuters) - A Technip, multinacional francesa de engenharia com forte atuação em petróleo e gás, está finalizando, com a parceira norueguesa DOF, a construção da primeira embarcação de bandeira brasileira de lançamento de dutos flexíveis, um projeto de 250 milhões de dólares contratado pela Petrobras, afirmou um diretor da empresa.

"Em dezembro faremos os primeiros testes em alto mar com o navio e a partir do primeiro trimestre de 2010 ele será afretado pela Petrobras, para atuação sobretudo nas águas profundas das bacias da região Sudeste", informou o diretor de projetos da companhia no Brasil, Raymond Semple, durante Santos Offshore, evento do setor de petróleo que acontece na cidade litorânea nesta semana.

A estatal brasileira deve desembolsar, a valores de mercado, entre 150 mil e 200 mil reais/dia pelo aluguel do navio.

Segundo Semple, os custos de contratação do navio de instalação de dutos com 100 por cento de conteúdo nacional ficaram acima dos valores no caso do mesmo projeto executado com embarcações de origem estrangeira, como dois navios similares da Technip que estão trabalhando para a Petrobras. No total, a estatal brasileira opera com oito navios desse tipo, todos de bandeira estrangeira.

O executivo atribuiu o aumento dos gastos em relação aos empreendimentos concluídos fora do país à maior incidência de impostos como PIS e Cofins sobre o afretamento de embarcação brasileira.

Apenas o estaleiro contratado pela parceria Technip e DOF Subsea para a construção do casco do novo navio, o STX Brazil, situado na Ilha da Conceição, em Niterói (RJ), recebeu incentivo do governo para esse empreendimento, por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), informou Semple.

O restante do projeto, que inclui toda a instalação de equipamentos de alta tecnologia, robôs e a torre de lançamento dos dutos, está sendo conduzido a partir da injeção de capital próprio da Technip e da DOF.

Sediado em Paris, o grupo Technip faturou 7,5 bilhões de euros no ano passado e desde sua chegada ao Brasil, na década de 70, fez investimentos estimados em 1 bilhão de reais, segundo Semple.

"Grande parte desses recursos foi aplicada na construção e constante ampliação da nossa fábrica de dutos flexíveis e umbilicais em Vitória (ES), além de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias submarinas e ativos marítimos".

Além do primeiro navio de lançamento de dutos brasileiro, a empresa construiu, em parceria com o grupo Keppel Fels, de Cingapura, a plataforma semi-submersível P-51, a primeira fabricada integralmente no Brasil, que consumiu investimento de 1 bilhão de dólares e foi batizada em outubro de 2008.

O consórcio também é responsável pelas plataformas P-52, lançada em junho de 2006, e P-56, prevista para entrar em operação no fim de 2010.

DUTOS PARA TUPI

O contrato com a Petrobras envolvendo a embarcação de bandeira brasileira prevê o afretamento por quatro anos, renováveis por igual período.

Segundo o diretor da Technip, esses navios são capazes de lançar ao mar até 300 quilômetros de dutos por ano.

"Trata-se de uma operação bastante complexa, que inclui além de lançamento dos dutos, serviços de conexão do equipamento à cabeça do poços, trabalhos de inspeções, manutenção dos projetos existentes, entre outras operações", afirmou.

A primeira parceria da Technip com a Petrobras foi fechada em 1970, antes mesmo de a companhia fincar suas bases no Brasil, quando integrou o projeto de prospecção do Campo de Garoupa, abrindo o caminho para o sucesso exploratório na Bacia de Campos (RJ). De lá para cá, o executivo do grupo calcula que a empresa tenha vendido para a Petrobras mais de cinco mil quilômetros de dutos flexíveis.

Agora, a empresa começa a vender os primeiros dutos à Petrobras para o campo de Tupi, na bacia de Santos, onde a estatal realiza testes para a retirada de petróleo abaixo da camada de sal, em águas ultraprofundas.

Segundo Semple, parte da linha de produção de equipamentos, assim como as embarcações de lançamento de dutos, já está recebendo adaptações para os projetos de exploração na nova fronteira petrolífera, onde se sabe que há uma piora nas condições de corrosividade, em função do aumento de pressão, o que exige materiais mais resistentes.

Classificação: 10.00 (1 voto) - Classifique esta notícia - Comentários?
Logística : Crise ronda indústria naval do Rio
Notícia adicionada em 13/10/2009 08:24:58

Pouco mais de um ano após a quebra do banco americano Lehman Brothers, a crise econômica começa a chegar à indústria naval fluminense. Responsáveis pelo ressurgimento do setor, no início da década, os estaleiros do Estado se preparam para um período de entressafra, motivado pelos diversos adiamentos em licitações de plataformas da Petrobras e pelo início das operações de canteiros em outros Estados. Demissões são dadas como certas.



Os dois maiores estaleiros do Estado, Mauá e Brasfels, estão finalizando a construção de plataformas e devem passar por um período sem grandes obras. Embora as perspectivas de encomendas futuras sejam grandes, o curto prazo não é animador. "O cenário é o pior possível", diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Angra dos Reis, sede do Brasfels, Paulo Inácio Furtuoso.



Não há, hoje, contratos assinados para a construção de novas plataformas no Estado. A única obra em negociação, a P-61, só deve ser iniciada em meados do ano que vem no Brasfels. O canteiro deve receber ainda os módulos da P-58, cujo casco será convertido em Cingapura. A obra, porém, também será feita no médio prazo.



A situação é pior no Mauá, que termina em pouco mais de um mês a obra da PMX-1, plataforma que será instalada no campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, e não tem contrato para nenhuma nova plataforma - a empresa ainda pode ser punida pela estatal por envolvimento de executivos na Operação Águas Profundas, da Polícia Federal. O estaleiro está com três navios do Programa de Renovação de Frota da Transpetro e com alguns reparos, mas o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, Reginaldo Costa e Silva, diz que há risco de 3,5 mil demissões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: G1

Classificação: 0.00 (0 votos) - Classifique esta notícia - Comentários?
Logística : Movimentação de derivados de petróleo tem alta
Notícia adicionada em 23/09/2009 14:14:34

SÃO LUÍS - A movimentação de derivados de petróleo (óleo diesel, gás, gasolina, óleo combustível e querosene de aviação) no Porto do Itaqui está retomando o patamar pré-crise. A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que mantém com a Petrobras um convênio para exercer a condição de entreposto de derivados de petróleo do Norte-Nordeste do País, teve no mês passado a maior alta desde outubro de 2008, com uma movimentação de 552 mil m3 de granéis líquidos. Os novos números já geram expectativas e podem levar a superação dos 5 milhões 454 mil m3 importados no ano passado.


Com a crise mundial, o Itaqui chegou a movimentar 349 mil m3 de derivados de petróleo em abril deste ano, 34% a menos que em outubro de 2008, quando a movimentação fechou em 532 mil m3. Com os números de agosto, a projeção é de alta para os próximos quatro meses do ano, como prevê o gerente de Comercialização da Petrobras no Maranhão, Rogério Ferreira da Silva. “De janeiro a agosto, os números já chegam a 4,5 milhões m3 de produtos movimentados. Para 2010, espera-se que a marca seja superada”, afirma.


Segundo Rogério, o Porto do Itaqui tem um papel fundamental na operação de logística dos granéis líquidos movimentados na região Norte e Nordeste. “O convênio é muito importante para a Petrobras e gera uma receita muito grande para a Emap”, garante.


As informações são da Emap.

Classificação: 0.00 (0 votos) - Classifique esta notícia - Comentários?
Logística : Ferrovias expandem transporte de combustíveis
Notícia adicionada em 04/09/2009 09:43:55

As empresas especializadas em logística ferroviária observam uma expansão da movimentação de combustíveis e etanol, entre outros granéis líquidos, nas ferrovias, apesar da forte presença destas cargas no modal rodoviário. A América Latina Logística (ALL), por exemplo, projeta um crescimento de 14% do mercado interno, para este segmento, até o final deste ano.

Presente em seis estados brasileiros, divididos entre as Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a companhia vê em sua malha de trilhos norte a possibilidade de um incremento ainda maior. "No mercado interno, em estados como Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e São Paulo, o aumento pode chegar a 30% na comparação com o ano passado", comentou com o DCI Bruno Ometto, coordenador comercial da Unidade de Líquidos da ALL.

Dona de uma frota de 31 mil vagões, a frota total de vagões- -tanque da empresa soma 3,2 mil unidades, as quais devem receber um reforço até 2010. "Serão recuperados 100 vagões para operações na malha norte. Metade será entregue este ano, e a outra parte, em 2010", contabilizou Ometto.

A logística de combustíveis da ALL se origina nas refinarias da Região Sul do País, com destino a áreas de consumo nos estados de MT, MS, SP, PR e RS, no caso de derivados claros, e origem em São Paulo, com destino ao sul, no caso do álcool. Entre os clientes ALL do setor de granéis líquidos, estão empresas como Petrobras, Shell, Ipiranga, Esso e Copersucar. Para se ter uma idéia, no transporte de etanol, cerca de 90% das operações atendem ao mercado interno - em 2009 esse volume pode ultrapassar 2,3 milhões de metros cúbicos. A ALL também atua na logística de óleo vegetal, em parceria com empresas como Bunge, Cargill, Dreyfus e Imcopa, escoando produtos para os Portos de Paranguá, São Francisco, Santos e Rio Grande.

Sistema Norte

Outra que também vê avançarem as operações com combustíveis é a Vale Logística, que no sistema ferroviário norte, transporta 750 mil toneladas de gasolina e diesel, atendendo clientes como a Shell e a Petrobras - para a própria Vale são 200 mil as toneladas movimentadas. No segundo semestre de 2010, a Vale tem planos de iniciar o transporte de álcool.

Hoje a frota para atender o segmento de líquidos é de 130 vagões na malha norte, mas esse número deve aumentar. "Entrarão mais 25 vagões nessa frota", contou Igor Figueiredo, gerente de Contas de Combustível da Vale. O sistema norte da malha da Vale é composto pela Estrada de Ferro dos Carajás e pela Ferrovia Norte-Sul, atualmente em expansão.

Entre o graneis líquidos, o etanol ganha destaque na matriz logística do País - o calculo é de que até 2017 a produção mundial avance mais de 150%. Por enquanto, a logística do produto está concentrada nas estradas e ferrovias, mas logo os operadores logísticos terão de dividir uma boa fatia desse bolo com os dutos.

A CentroSul Transportadora, do Grupo Brenco, tem projeto de um duto de R$ 2,7 bilhões. "Essa modalidade é mais barata, mas todos os modais terão seu espaço no futuro", disse Moacir Mediolaro, diretor da CentroSul, durante o Fórum de Etanol Ietha, que discutiu, ontem, 02/9, a logística do produto.


FONTE: DCI

Classificação: 0.00 (0 votos) - Classifique esta notícia - Comentários?
(1) 2 »
Pesquisa

Pesquisa avançada
Fique por dentro

Clique aqui e assine nosso Feed !!!

Digite o seu e-mail:

Entrar
Usuário:

Senha:


Esqueceu a senha?

Cadastre-se agora.
WebMail


Para acessar seu Webmail escolha a terminação de seu e-mail:

suportepostos.com.br